domingo, 21 de novembro de 2010

QUATRO MÃES TOMANDO UM CHÁ...

Quatro mães católicas estão tomando um chá. A primeira mãe, querendo impressionar as outras diz:


- Meu filho é padre.


Quando ele entra em qualquer lugar todos se levantam e dizem:

"Boa tarde, Padre!"


A segunda mãe não fica para trás e comenta:

- Pois meu filho é bispo.


Quando ele entra em uma sala, com aquela roupa, todos param

o que estão fazendo e dizem: "Sua bênção, Bispo!"


A terceira mãe, calmamente, acrescenta:

- Pois o meu é cardeal.

Quando entra em uma sala todos se levantam, beijam o seu anel e dizem:

"Sua bênção, Eminência!"


A quarta mãe permanece quieta...


Então, a mãe do cardeal, só para provocar, pergunta:

- E o seu filho, não é religioso?


A quarta mãe responde:

- Meu filho tem 1,90 m , é bronzeado, com olhos verdes e pratica

musculação. Quando entra numa sala, todo mundo olha e diz:

MEEEUU DEEEUS!


.

sábado, 20 de novembro de 2010

ENTENDENDO ESTA GERAÇÃO

O que pensa e como age os jovens de hoje?
O Evangelho somente será compreensíel para esta geração se usarmos as ferramentas e linguagens compreensivas a eles (assim como jesus usava parábolas contemporâneas).

Descubra neste filme um pouco mais sobre a Geração Millenium.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

VAMOS AJUDAR?

A JOCUM-DF (Jovens Com Uma Missão) é uma entidade missionária interdenominacional muito séria e comprometida com os valores do Reino de Deus. Eles estão numa campanha para angariar fundos para pagarem a parcela final da sede própria adquirida no Distrito Federal. Ao participar da ação abaixo, tenha certeza que você estará contribuindo para uma instituição séria e transparente.
Conheço bem o pessoal da JOCUM e o trabalho que eles têm realizado.

domingo, 10 de outubro de 2010

EU AMO MEU PECADO.


Que fique claro: se pecado fosse ruim, ninguém pecava!


Se pecamos, é porque gostamos do pecado... Nos dá prazer, nos faz bem.

Pecado ruim ninguém quer. Será que existe pecado ruim?

Queremos só o pecado bom, gostoso, prazeroso, delicioso e, se possível, escondido.



Pecado que é bom é o pecado que gostamos...



Não basta uma boa refeição, é necessário encher o prato e repetir... Ah! Repetir... Que delícia a gula. Um dos pecados mais aceitos pela sociedade. Acham até bonito! Pecado que já foi de rico, mas hoje é pecado de pobre, pois estes agora podem ter a mesa farta, que não tinham, e se esbaldam com as novas possibilidades culinárias. Rico já não peca o pecado da gula, pois é mais chique ficar esbelto.



Esbelto? Magro? Elegante? Ah! O pecado da vaidade... Este é também um pecado muito bem aceito. Que delícia ser bonita e chamar a atenção! É feio não ser uma pessoa vaidosa. Temos que estar belos, pois, afinal, o mundo trata melhor quem se veste bem e quem é mais bonito é mais votado. Um luxo ser magro, pois nos deixa mais perto e aptos para a luxúria, que é uma delícia! A luxúria é o desejo passional e egoísta por todo o prazer sensual e material: “deixar-se dominar pelas paixões”. Só não gosta de sensualidade, por raiva, os que não o são. Quem quer ser feio, careca, baixinho, barrigudo e, portanto, sem qualquer “sex appeal” que levante a mão! Ninguém? Vamos tentar de novo: Quem quer ser gorda, com cabelo mal cuidado, sem cintura, peitos caídos, bunda reta, dentes tortos e olhos esbugalhados, que dê um passinho à frente! Ninguém novamente? Caramba... A galera quer mesmo é ser bonita, né?! Feiúra e luxúria não combinam nada.



Aliás, por falar em corpo lindo, você viu a nova vizinha gostosa? Hum... Que inveja! Aliás, que inveja do carro deles também, tem 168 cavalos. Precisa mesmo de tantos cavalos para poder carregar aquela protanca. Que inveja! “Penso ser Deus injusto, em dar tanto atributo físico para outras mulheres e dar tão pouco pra mim, que raiva de Deus que eu chamo de inveja! Isto me leva à ira”. Fico irado ao ver o sucesso profissional e a estabilidade empregatícia do meu vizinho que fez escolhas melhores que as minhas. Isto me causa ira, mas não me importo, pois até gosto de sentir esta raivazinha dele, pois assim, exorcizo minha frustração. Ira deliciosa!



Se fosse ruim, ninguém pecava. Nós gostamos da preguiça! Temos prazer em acumular, enquanto outros nada têm e nos orgulhamos de nossa avareza.

Falar que não se gosta do pecado é hipocrisia. Mas o que Cristo nos ensina é que aquilo que tanto gostamos, o pecado, faz mal a nós mesmos, pois todo pecado tem uma consequência. Mais que o pecado, o problema são as consequências deste: Obesidade, enfermidades, divórcios, mortes, prisão, fomes, injustiças sociais, divisões, facções, guerras... O pecado não faz mal a Deus, faz mal a nós mesmos. A maioria dos problemas que enfrentamos é consequência do pecado e do erro. Assim, o pecado faz mal não apenas a nós mesmos, mas, sobretudo, a quem está do nosso lado, e como devemos amar quem está do nosso lado, devemos levar um estilo de vida tal que devemos tentar diminuir a frequência e intensidade destas atitudes e sentimentos que tanto gostamos e que, por vezes, alimentamos: o pecado.

Paradoxalmente nós evitamos pecar não é para ir pro céu nem agradar a Deus, posto a salvação já termos em Cristo Jesus e a Deus jamais conseguiremos agradar com nossa justiça que é injusta. Evitamos pecar por amor a nós mesmos. Peixe morre pela boca!

Só não vale fingir que não gostamos deles. A melhor atitude é assumir-se pecador. Assumir-se como um ser humano normal, que tem prazer nas coisas que dão prazer à alma, sem fingir que não gosta do que dá prazer: Assumir-se pecador não é pecado, é nobre. Paradoxalmente, assumir-se sem pecado, além de mentiroso, é arrogante, medíocre e doentio, posto ser natural gostar do que é bom.

Graças a Deus que nos perdoa gratuitamente dos nossos pecados e nos livra deles por Graça. Busque pecar menos a cada dia, mas saiba: você irá ganhar e perder nesta batalha travada em sua mente.

Não viva dentro da hipocrisia dos religiosos, mas aceite-se como é, sabendo que Deus é quem nos perdoa e nos ajuda a continuar caminhando, mesmo sabendo que jamais seremos o que deveríamos ser.

Se você se chama pecado, Deus se chama perdão! Aceite o perdão e viva em paz!

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Bem, deixando o pecado de lado, vamos ver um filme sobre algo que NÃO É pecado: a dança!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

MEU VOTO!

Fiquei em crise se deveria ou não opinar sobre as Eleições 2010 aqui no blog.
Mas, como este é um espaço onde, além de falar de Deus eu falo também da minha vida: do meu relacionamento com Deus, das minhas experiências de vida, alegrias, frustrações, risos e dores, penso que posso também expressar minha opinião política no contexto da realidade de hoje.
Posto ser este um espaço pessoal, quero exercer o meu direito de tornar público meu voto que é facultativamente secreto.

Com uma massa universal liderada pelo Bispo Macedo e pelos caciques assembleianos “fechados” com o PT, restava a opinião do maior líder interdenominacional da atualidade no Brasil: Pastor Silas Malafaia. Agora ele mudou seu voto e “sutilmente” conclamou todos a fazê-lo, ao sugerir que Marina Silva é dissimulada. Votará no Serra .

A situação dos evangélicos me penaliza: passam décadas pedindo a Deus um governante crente, um presidente cristão, um governo Justo; e quando Deus parece ter respondido ás orações, Ele o faz para jogar na cara da cristandade hipócrita que seus apóstolos queriam mesmo era alguma espécie de Saul moderno que, em proteção perpétua à santa igreja evangélica, sempre condenasse os ímpios, e controlasse suas bocas, projetos de leis e órgãos genitais.

Pedem um presidente para conchavos político-religiosos, e Deus manda a Marina (parece brincadeira divina, ironia celestial).

Querem um Sansão Gospel e vem Marina Silva: Acreana (O Acre existe!); filha de cearenses, MULHER, Marina-Morena, frágil, de voz fraca, corpo doente, ex-empregada doméstica, ex-analfabeta, ex-seringueira e, então, Senadora da República, sem NUNCA ter feito da FÉ um trampolim eleitoral!

"Ah! Assim a gente não quer não…"

Alguma coisa boa pode vir do Acre, do Ceará e do coração honesto de uma mulher sem pinturas ou firulas?


Bom voto a todos os (e)leitores!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

CARPE DIEM - SEM ANSIEDADE!

Acabo de conversar com uma jovem casada, que tem uma linda filhinha de 1 ano de idade, que está apavorada com seu futuro, pois suspeita que esteja grávida de seu segundo filho e, segundo suas crenças, não é hora de ter outro, já que a vida profissional do marido não está encaminhada e aguardam uma definição para poderem comprar um imóvel próprio.

Refletindo sobre o momento dela e seu “problema”, pude ver que, de fato, eles possuem ainda muita grama para ser aparada antes de começar o segundo tempo da partida, entretanto, para as pessoas que crêem em Deus, temos que confiar nos cuidados dele e afastar de nos um dos sentimentos mais nocivos que vive dentro de nós: ansiedade.

A ansiedade está relacionada à nossa insegurança com relação ao dia de amanhã.

Teremos emprego?

Teremos saúde?

Teremos paz?

Teremos as coisas boas que almejamos e pelas quais lutamos?

Ou perderemos as coisas boas que já conquistamos?

A ansiedade é capaz de tirar a paz e matar a graça das coisas.

Com ansiedade não curtimos o hoje. Deixamos de aproveitar o bom, ou porque estamos de olho no ótimo que não sabemos se virá, ou por medo de perder o bom já conquistado.

O ansioso é o sujeito sem fé na vida, já que ansiedade é insegurança com relação ao futuro.

Se creio que existe Deus e se creio que Deus é bom, não preciso ficar ansioso, pois ao ter segurança que Deus é “o bom pastor”, o bom pai, o amor incondicional, descanso por meio da fé Nele, mesmo que as circunstâncias mostrem o contrário.

Uma das minhas experiências mais marcantes com o cuidado de Deus sobre a minha vida aconteceu por meio da paternidade. Luciana era um bebê que ficava doente com freqüência, chorava muito, sentia cólicas e aquilo tudo me angustiava... Eu sofria por ela, eu chorava junto com ela... Eu pedia Deus para passar a dor dela pra mim. Ficava desesperado ao vê-la enferma. Certa vez a doença estava demorando tanto a ser curada e ela tomava tantos medicamentos que chegou a coincidir várias doses de diferentes remédios sem que ela pudesse se alimentar. Eu pensava: “Estas drogas vão matar minha filha”. Naquela noite ajoelhei-me, muito angustiado, sofrendo e orei a Deus com todas as minhas forças, clamando uma cura milagrosa para minha filha, pois não mais queria submetê-la a tantas drogas. Deus me ouviu e Luciana amanheceu curada.

Em meu relacionamento com Deus eu sempre tinha lá no fundinho do meu coração havia um segredinho, uma pontinha de dúvida sobre o chamado “amor incondicional” de Deus. Será que Deus se importava comigo tanto quanto eu me importava com minha filha indefesa? Será que Deus me ama mesmo do jeito que eu sou?

Será que eu não deveria ser melhor para “merecer” algo mais de Deus?

Será que eu sou alguém especial para Deus ou será que Deus possui “filhos prediletos”, dentro os quais não estou incluído? Eu tinha insegurança com relação à profundidade do amor de Deus por mim.Aquela insegurança gerava, dentre outros sentimentos, ansiedade.

Um dia, orando com algumas pessoas, uma delas recebeu uma revelação da parte de Deus e me trouxe um recado de Deus. A pessoa disse assim:
“Luciano, Deus está mandando te dizer que o amor e o cuidado que você tem por sua filha não chega nem perto do amor e do cuidado que Ele tem por você”. Aquelas palavras foram para mim chocantes e absolutamente reconfortantes... Eu era mais que aceito, eu era também amado! Quando temos filhos, podemos aprender um pouquinho sobre o amor e o cuidado de Deus por Seus filhos, que somos todos nós. Deus não é como nós...

Ele não é como os pais humanos, cheio de limitações e falhas na criação e desvios de caráter e gaps emocionais. Ele é perfeito.

Se tenho eu um Pai celestial que tanto me ama e que é tão perfeito e bondoso, porque deveria eu andar ansioso? Jesus ilustrou isto de uma forma muito engraçada. Disse Jesus que “os passarinhos não plantam, não colhem e não guardam em celeiros, mas que, entretanto, o Pai Celestial os alimenta”. Que revelação maravilhosa: O alimento não vem da terra, mas do céu... É o céu (sol e chuva) que faz com que a terra dê o seu fruto. O Pai Celeste fertilizando a mãe-natureza para nos alimentar.

E Jesus concluiu seu discurso de um jeito muito didático, ou seja, com uma pergunta para nos fazer pensar. Disse Jesus: “Quem vocês acham que vale mais para Deus? Os pássaros do céu ou vocês, que são imagem de Deus?”. Deus cuida de mim na sombra das suas asas: A quem temerei? Tudo provém de Deus.

Existamos como Jesus ensinou várias vezes: "Não andem ansiosos por nada, mas façam com que Deus conheça as necessidades de vocês por meio da oração".

Ao deixarmos a ansiedade de lado teremos qualidade de vida, pois passaremos a resolver não problemas imaginários, mas apenas os problemas que realmente existem, que são os de hoje, e poderemos também “curtir mais o dia de hoje” (Carpe Diem), sabendo que o dia de amanhã trará outras preocupações e outras alegrias.

Domingo passado eu preguei sobre o poder da oração e, pra variar, Deus provou as minhas palavras no transcorrer desta semana, e pude, mais uma vez, descobrir que não precisamos andar ansiosos por coisa alguma.

Viva!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Seriam os Evangelhos os primeiros livros de autoajuda?


O ditado popular ironiza que “Se conselho fosse bom, não se dava, mas se vendia”. Eu rio com este ditado, mas posso afirmar que em minha opinião esta afirmação não passa de uma brincadeira. Não apenas porque estou sempre dando conselhos aos que me procuram, mas, sobretudo, porque eu mesmo vivo buscando conselhos com pessoas que suponho serem mais experientes que eu, procurando minimizar as possibilidades de erros e sofrimentos e ampliando minhas chances de acertos e alegria.


É esperado que uma pessoa instruída, antes de iniciar a empreitada da construção de uma casa, busque conselhos com pessoas mais experientes em construção de casas, como arquitetos e engenheiros. Quanto mais informações de pessoas mais experientes, melhor. Por fim, uma pessoa instruída contratará um profissional experiente para ajudá-lo nesta árdua tarefa.


Se estou com problemas de saúde, busco conselhos de quem entende de saúde mais do que eu: vou ao médico. Automedicação não é o melhor caminho e pode até agravar o quadro clínico.


O mesmo faço procurando mecânicos de automóveis, bombeiros hidráulicos, publicitários e até psicólogos. Com o passar dos anos vamos ampliando nosso universo de conhecimentos e nossa capacidade de cognição e até, eventualmente, podemos dispensar alguns especialistas. Contudo, uma pessoa que se julga dona da verdade, talvez tenha dificuldades em reconhecer que é ignorante em alguns assuntos e queira resolver tudo sozinha. Pessoas assim, caso se aventurem em investimentos na bolsa de valores, possivelmente perderão muito...

Ora, se é inteligente e natural que busquemos conselhos sobre os temas práticos do cotidiano, porque não o faríamos com os assuntos mais complexos, como aqueles que estão dentro das nossas almas, pulsando em nossos sentimentos, influenciado nossos relacionamentos com os outros, com o mundo e conosco mesmo. Porque não deveríamos buscar pessoas que se aplicaram a conhecer a mente e o comportamento humano mais que nós e beber no conhecimento alheio, evitando decisões equivocadas e infelicidades?



Um bom conselho é um presente, mas porque tantas pessoas resistem a procurar auxílio para as suas crises existenciais, julgando-se acima de qualquer conselho ou experiências alheias?


Está na moda falar mal dos livros de autoajuda. Ao que me consta, de fato, existem tantos títulos fúteis e inúteis de tantos autores ilustremente desconhecidos, que o lixo espalhado pelas prateleiras das livrarias até dificulta pinçar o bom conselheiro. Tantas editoras explorando o tema ao limite da exaustão, que até cabe uma crítica ao exagero que se impera. Contudo, a crítica impiedosa e ferina que os mini-intelectuais pseudo-eruditos unanimemente fazem, confirma a tese de que toda unanimidade é burra.

Já que criticas os conselhos, que não vá mais ao médico. Se não queres auxílio externo para tentar compreender algo mais sobre temas complexos da vida, que não mais leia Sartre e outros filósofos, ou estarás sendo hipócrita. Se não queres crescer com a experiência de outros, que desprezes, portanto, os conselhos dos pais.


Eu tive o privilégio de receber muitos bons conselhos durante a minha vida. Em momentos que eu caminhava para o abismo, colegas mais lúcidos me iluminaram a mente, abrindo meus olhos para que eu me desviasse de um caminho que ele já sabia ser perigoso. Noutros momentos de angústias ou dúvidas com relação a escolhas, busquei orientações em pessoas que eu supunha serem mais experientes. Fui agraciado muitas destas oportunidades.


Esta atitude de “meter o pau” indiscriminadamente no chamado mercado editorial de autoajuda é uma modinha passageira.


Até os ateus já possuem o seu guru da autoajuda, Richard Dawkins, que vendeu milhões, convertendo “Deus, um delírio” em sucesso editorial e fazendo com que os ateus não mais se sentissem solitários, mas parte de uma comunidade global e forte, na qual um ateu dá apoio ao outro, saindo todos do armário e vivendo felizes com as palavras consoladoras do mais novo milionário mestre da autoajuda de esquerda.


Jesus não escreveu nenhum livro, nem uma única linha.

Jesus não gravou vídeos ou deu conferências estratégicas.

Ele não andou num raio superior a 70 km, nem alugou estádios, ou comprou caminhões.

Não possuía programas ou canais de televisão e não tinha um blog como este.

Não tinha microfone e nem era querido pelos políticos.



Mesmo assim, suas sábias palavras, seus ensinos originais e sua doutrina radical do amor transformaram e continuam transformando o comportamento de etnias e países inteiros, continuam transformando famílias, vidas e disposições mentais. Seriam os Evangelhos os primeiros livros de autoajuda?


Uma coisa afirmo: os Evangelhos têm me feito uma pessoa menos pior a cada ano e não me envergonho nem um pouco desta “autoajuda”. Sou assumidamente ruim e quero sim, ajuda externa, para tentar curar as mazelas da minha alma lendo e aprendendo por meio do maior best-seller de todos os tempos, a Bíblia.


Se os bons conselhos dos sábios são ridicularizados pelos arrogantes, por terem recebido o rótulo de autoajuda, prefiro, portanto, angariar o desprezo dos filósofos e ironicamente reconhecer que “tudo que sei é que nada sei”, posto a incoerente suficiência dos eruditos, converte-los em tolos.




Agora me conte qual livro de autoajuda pode fazer o que você verá neste filme?