domingo, 21 de novembro de 2010

EU QUERO UM PRESENTE DE NATAL. E VOCÊ?


E quem não quer? Todos gostam de ganhar. Ganhar qualquer coisa. Rifa, sorteio e desconto. Queremos ganhar, seja movido por sentimentos mesquinhos de alcançar vantagens, triunfando sobre os demais, seja para sentir-se amado, aplacando os fantasmas da rejeição ou do infortúnio sentimental ou emocional.




Particularmente, eu amo ganhar! Sou um ser humano previsível...



Em minha infância pobre ganhei poucos presentes e sou capaz de enumerar tudo o que ganhei de relevante entre zero e sete anos: Velocípede aos dois, bola aos quatro, revólver usado de espoleta aos seis, bicicleta grande demais para meu tamanho aos sete (assim meu pai pensou que eu poderia usá-la por mais anos). Sim, teve também um tênis com meias! Lindo, azul e branco, aos cinco anos de idade. Fiquei feliz demais com cada um daqueles presentes que tinham em comum o fato de todos eles terem sido presentes não de aniversário, mas de Natal. Eu ganhava presentes somente no Natal.



Esta semana encontramos na caixa de correios de nossa pequenina igreja uma carta de uma garota de cinco a seis anos de idade. Nesta carta ela pede presentes de Natal. Será que ela pensa que papai-noel mora lá com a gente, ou que papai-noel é o Pai de Jesus? Não sei o que passa na cabeça dela. Ela mora num bairro bem distante de nossa igreja e não faço idéia de como ela se deslocou até lá pra colocar aquela carta. Ela pede coisas nobres, as quais não me lembro com clareza agora, mas são uns sete ítens. Ela deve ser inteligente, já que é melhor pedir a mais, pois mesmo que “Papai-Noel” não dê tudo, ao menos alguns itens chegarão a ela. Entre presentes como um par de sapatos, roupas e coisas do gênero, um presente me chamou atenção: Uma Cesta de Natal! Segundo ela, sua família nunca teve uma ceia de Natal. Não é de se admirar, em minhas memórias, ceia de Natal é algo recente em minha vida, certamente posterior à infância. Seu nome é Chalene.



O bairro onde a garota mora é um subúrbio pobre (hoje é mais politicamente correto dizer que é um bairro de classe C/D). Certamente que ele tem uma TV bem grande e colorida onde as estupidamente prematuras propagandas natalinas apresentam famílias brancas sorridentes ao redor de mesas fartas, com Peru, Chester e Tender. Certamente ela não sabe o que é um Chester ou Tender. Eu gosto de Peru assado, é um frangão “danado de chique”, mas eu nunca vi um Tender de perto: Que bicho é este? Tender é mamífero? É bípede? Tem pelagem ou penugem? As fotos de Tender nas propagandas da TV ou na internet só mostram este bicho já assado, nunca vivo... Tender é uma fantasia comercial...



Assim é o Natal já há mais de um século: Uma fantasia! Comemos bichos que não existem na fauna. Sorrimos sorrisos obrigatórios em nome de um tal “espírito de Natal” (que nenhum pai-de-santo jamais o incorporou). Até fingimos ser bonzinhos, dando presentes aos pobres que são por nós lembrados somente nos meses que começam com a letra “D”. Até cartinha de pobre é recebida com alegria e o desejo de poder ajudar invade nossas pesadas consciências, tirando das nossas costas o peso da culpa de ter demais.



Vamos visitar esta garota pra levar os presentes pessoalmente. Acho que ela ficará muito feliz e espero que, além de alegria, a gente não leve também pra ela a certeza de que não é necessário estudar e trabalhar para ganhar coisas ou vencer da vida, já que bastou pedir pras igrejas e pro governo.



Vou ter que contar pra garota que apesar de ela ter querido enviar sua carta pro papai-noel, ela colocou na caixa de correio da casa do “papai-do-céu” e, portanto, é este último que está atendendo seu pedido. Ao contrário do fantasioso Natal comercial que a mídia mostra, vou contar verdades sobre o Natal pra ela. Contarei que eu também não tive ceia de natal na infância, mas que este mesmo papai-do-céu me presenteou com braços e pernas para poder trabalhar e construir, com a indispensável ajuda Dele, um futuro digno e que com fé no papai-do-céu, estudo e trabalho ela também poderá, no futuro, dar ceias de natal para seus filhos e ainda para outros.



E você? O que quer ganhar neste Natal? Peço ao papai-do-céu que atenda aos seus pedidos, mas um pedido especial eu farei a Deus por todos nós: que alcancemos a consciência que os pobres, as viúvas, os órfãos e os presos não sentem fome e frio apenas nos meses que começam coma letra “D”.



Feliz Natal!




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E com relação ao lindíssimo filme publicitário abaixo... Sem comentários!

QUATRO MÃES TOMANDO UM CHÁ...

Quatro mães católicas estão tomando um chá. A primeira mãe, querendo impressionar as outras diz:


- Meu filho é padre.


Quando ele entra em qualquer lugar todos se levantam e dizem:

"Boa tarde, Padre!"


A segunda mãe não fica para trás e comenta:

- Pois meu filho é bispo.


Quando ele entra em uma sala, com aquela roupa, todos param

o que estão fazendo e dizem: "Sua bênção, Bispo!"


A terceira mãe, calmamente, acrescenta:

- Pois o meu é cardeal.

Quando entra em uma sala todos se levantam, beijam o seu anel e dizem:

"Sua bênção, Eminência!"


A quarta mãe permanece quieta...


Então, a mãe do cardeal, só para provocar, pergunta:

- E o seu filho, não é religioso?


A quarta mãe responde:

- Meu filho tem 1,90 m , é bronzeado, com olhos verdes e pratica

musculação. Quando entra numa sala, todo mundo olha e diz:

MEEEUU DEEEUS!


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sábado, 20 de novembro de 2010

ENTENDENDO ESTA GERAÇÃO

O que pensa e como age os jovens de hoje?
O Evangelho somente será compreensíel para esta geração se usarmos as ferramentas e linguagens compreensivas a eles (assim como jesus usava parábolas contemporâneas).

Descubra neste filme um pouco mais sobre a Geração Millenium.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

VAMOS AJUDAR?

A JOCUM-DF (Jovens Com Uma Missão) é uma entidade missionária interdenominacional muito séria e comprometida com os valores do Reino de Deus. Eles estão numa campanha para angariar fundos para pagarem a parcela final da sede própria adquirida no Distrito Federal. Ao participar da ação abaixo, tenha certeza que você estará contribuindo para uma instituição séria e transparente.
Conheço bem o pessoal da JOCUM e o trabalho que eles têm realizado.

domingo, 10 de outubro de 2010

EU AMO MEU PECADO.


Que fique claro: se pecado fosse ruim, ninguém pecava!


Se pecamos, é porque gostamos do pecado... Nos dá prazer, nos faz bem.

Pecado ruim ninguém quer. Será que existe pecado ruim?

Queremos só o pecado bom, gostoso, prazeroso, delicioso e, se possível, escondido.



Pecado que é bom é o pecado que gostamos...



Não basta uma boa refeição, é necessário encher o prato e repetir... Ah! Repetir... Que delícia a gula. Um dos pecados mais aceitos pela sociedade. Acham até bonito! Pecado que já foi de rico, mas hoje é pecado de pobre, pois estes agora podem ter a mesa farta, que não tinham, e se esbaldam com as novas possibilidades culinárias. Rico já não peca o pecado da gula, pois é mais chique ficar esbelto.



Esbelto? Magro? Elegante? Ah! O pecado da vaidade... Este é também um pecado muito bem aceito. Que delícia ser bonita e chamar a atenção! É feio não ser uma pessoa vaidosa. Temos que estar belos, pois, afinal, o mundo trata melhor quem se veste bem e quem é mais bonito é mais votado. Um luxo ser magro, pois nos deixa mais perto e aptos para a luxúria, que é uma delícia! A luxúria é o desejo passional e egoísta por todo o prazer sensual e material: “deixar-se dominar pelas paixões”. Só não gosta de sensualidade, por raiva, os que não o são. Quem quer ser feio, careca, baixinho, barrigudo e, portanto, sem qualquer “sex appeal” que levante a mão! Ninguém? Vamos tentar de novo: Quem quer ser gorda, com cabelo mal cuidado, sem cintura, peitos caídos, bunda reta, dentes tortos e olhos esbugalhados, que dê um passinho à frente! Ninguém novamente? Caramba... A galera quer mesmo é ser bonita, né?! Feiúra e luxúria não combinam nada.



Aliás, por falar em corpo lindo, você viu a nova vizinha gostosa? Hum... Que inveja! Aliás, que inveja do carro deles também, tem 168 cavalos. Precisa mesmo de tantos cavalos para poder carregar aquela protanca. Que inveja! “Penso ser Deus injusto, em dar tanto atributo físico para outras mulheres e dar tão pouco pra mim, que raiva de Deus que eu chamo de inveja! Isto me leva à ira”. Fico irado ao ver o sucesso profissional e a estabilidade empregatícia do meu vizinho que fez escolhas melhores que as minhas. Isto me causa ira, mas não me importo, pois até gosto de sentir esta raivazinha dele, pois assim, exorcizo minha frustração. Ira deliciosa!



Se fosse ruim, ninguém pecava. Nós gostamos da preguiça! Temos prazer em acumular, enquanto outros nada têm e nos orgulhamos de nossa avareza.

Falar que não se gosta do pecado é hipocrisia. Mas o que Cristo nos ensina é que aquilo que tanto gostamos, o pecado, faz mal a nós mesmos, pois todo pecado tem uma consequência. Mais que o pecado, o problema são as consequências deste: Obesidade, enfermidades, divórcios, mortes, prisão, fomes, injustiças sociais, divisões, facções, guerras... O pecado não faz mal a Deus, faz mal a nós mesmos. A maioria dos problemas que enfrentamos é consequência do pecado e do erro. Assim, o pecado faz mal não apenas a nós mesmos, mas, sobretudo, a quem está do nosso lado, e como devemos amar quem está do nosso lado, devemos levar um estilo de vida tal que devemos tentar diminuir a frequência e intensidade destas atitudes e sentimentos que tanto gostamos e que, por vezes, alimentamos: o pecado.

Paradoxalmente nós evitamos pecar não é para ir pro céu nem agradar a Deus, posto a salvação já termos em Cristo Jesus e a Deus jamais conseguiremos agradar com nossa justiça que é injusta. Evitamos pecar por amor a nós mesmos. Peixe morre pela boca!

Só não vale fingir que não gostamos deles. A melhor atitude é assumir-se pecador. Assumir-se como um ser humano normal, que tem prazer nas coisas que dão prazer à alma, sem fingir que não gosta do que dá prazer: Assumir-se pecador não é pecado, é nobre. Paradoxalmente, assumir-se sem pecado, além de mentiroso, é arrogante, medíocre e doentio, posto ser natural gostar do que é bom.

Graças a Deus que nos perdoa gratuitamente dos nossos pecados e nos livra deles por Graça. Busque pecar menos a cada dia, mas saiba: você irá ganhar e perder nesta batalha travada em sua mente.

Não viva dentro da hipocrisia dos religiosos, mas aceite-se como é, sabendo que Deus é quem nos perdoa e nos ajuda a continuar caminhando, mesmo sabendo que jamais seremos o que deveríamos ser.

Se você se chama pecado, Deus se chama perdão! Aceite o perdão e viva em paz!

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Bem, deixando o pecado de lado, vamos ver um filme sobre algo que NÃO É pecado: a dança!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

MEU VOTO!

Fiquei em crise se deveria ou não opinar sobre as Eleições 2010 aqui no blog.
Mas, como este é um espaço onde, além de falar de Deus eu falo também da minha vida: do meu relacionamento com Deus, das minhas experiências de vida, alegrias, frustrações, risos e dores, penso que posso também expressar minha opinião política no contexto da realidade de hoje.
Posto ser este um espaço pessoal, quero exercer o meu direito de tornar público meu voto que é facultativamente secreto.

Com uma massa universal liderada pelo Bispo Macedo e pelos caciques assembleianos “fechados” com o PT, restava a opinião do maior líder interdenominacional da atualidade no Brasil: Pastor Silas Malafaia. Agora ele mudou seu voto e “sutilmente” conclamou todos a fazê-lo, ao sugerir que Marina Silva é dissimulada. Votará no Serra .

A situação dos evangélicos me penaliza: passam décadas pedindo a Deus um governante crente, um presidente cristão, um governo Justo; e quando Deus parece ter respondido ás orações, Ele o faz para jogar na cara da cristandade hipócrita que seus apóstolos queriam mesmo era alguma espécie de Saul moderno que, em proteção perpétua à santa igreja evangélica, sempre condenasse os ímpios, e controlasse suas bocas, projetos de leis e órgãos genitais.

Pedem um presidente para conchavos político-religiosos, e Deus manda a Marina (parece brincadeira divina, ironia celestial).

Querem um Sansão Gospel e vem Marina Silva: Acreana (O Acre existe!); filha de cearenses, MULHER, Marina-Morena, frágil, de voz fraca, corpo doente, ex-empregada doméstica, ex-analfabeta, ex-seringueira e, então, Senadora da República, sem NUNCA ter feito da FÉ um trampolim eleitoral!

"Ah! Assim a gente não quer não…"

Alguma coisa boa pode vir do Acre, do Ceará e do coração honesto de uma mulher sem pinturas ou firulas?


Bom voto a todos os (e)leitores!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

CARPE DIEM - SEM ANSIEDADE!

Acabo de conversar com uma jovem casada, que tem uma linda filhinha de 1 ano de idade, que está apavorada com seu futuro, pois suspeita que esteja grávida de seu segundo filho e, segundo suas crenças, não é hora de ter outro, já que a vida profissional do marido não está encaminhada e aguardam uma definição para poderem comprar um imóvel próprio.

Refletindo sobre o momento dela e seu “problema”, pude ver que, de fato, eles possuem ainda muita grama para ser aparada antes de começar o segundo tempo da partida, entretanto, para as pessoas que crêem em Deus, temos que confiar nos cuidados dele e afastar de nos um dos sentimentos mais nocivos que vive dentro de nós: ansiedade.

A ansiedade está relacionada à nossa insegurança com relação ao dia de amanhã.

Teremos emprego?

Teremos saúde?

Teremos paz?

Teremos as coisas boas que almejamos e pelas quais lutamos?

Ou perderemos as coisas boas que já conquistamos?

A ansiedade é capaz de tirar a paz e matar a graça das coisas.

Com ansiedade não curtimos o hoje. Deixamos de aproveitar o bom, ou porque estamos de olho no ótimo que não sabemos se virá, ou por medo de perder o bom já conquistado.

O ansioso é o sujeito sem fé na vida, já que ansiedade é insegurança com relação ao futuro.

Se creio que existe Deus e se creio que Deus é bom, não preciso ficar ansioso, pois ao ter segurança que Deus é “o bom pastor”, o bom pai, o amor incondicional, descanso por meio da fé Nele, mesmo que as circunstâncias mostrem o contrário.

Uma das minhas experiências mais marcantes com o cuidado de Deus sobre a minha vida aconteceu por meio da paternidade. Luciana era um bebê que ficava doente com freqüência, chorava muito, sentia cólicas e aquilo tudo me angustiava... Eu sofria por ela, eu chorava junto com ela... Eu pedia Deus para passar a dor dela pra mim. Ficava desesperado ao vê-la enferma. Certa vez a doença estava demorando tanto a ser curada e ela tomava tantos medicamentos que chegou a coincidir várias doses de diferentes remédios sem que ela pudesse se alimentar. Eu pensava: “Estas drogas vão matar minha filha”. Naquela noite ajoelhei-me, muito angustiado, sofrendo e orei a Deus com todas as minhas forças, clamando uma cura milagrosa para minha filha, pois não mais queria submetê-la a tantas drogas. Deus me ouviu e Luciana amanheceu curada.

Em meu relacionamento com Deus eu sempre tinha lá no fundinho do meu coração havia um segredinho, uma pontinha de dúvida sobre o chamado “amor incondicional” de Deus. Será que Deus se importava comigo tanto quanto eu me importava com minha filha indefesa? Será que Deus me ama mesmo do jeito que eu sou?

Será que eu não deveria ser melhor para “merecer” algo mais de Deus?

Será que eu sou alguém especial para Deus ou será que Deus possui “filhos prediletos”, dentro os quais não estou incluído? Eu tinha insegurança com relação à profundidade do amor de Deus por mim.Aquela insegurança gerava, dentre outros sentimentos, ansiedade.

Um dia, orando com algumas pessoas, uma delas recebeu uma revelação da parte de Deus e me trouxe um recado de Deus. A pessoa disse assim:
“Luciano, Deus está mandando te dizer que o amor e o cuidado que você tem por sua filha não chega nem perto do amor e do cuidado que Ele tem por você”. Aquelas palavras foram para mim chocantes e absolutamente reconfortantes... Eu era mais que aceito, eu era também amado! Quando temos filhos, podemos aprender um pouquinho sobre o amor e o cuidado de Deus por Seus filhos, que somos todos nós. Deus não é como nós...

Ele não é como os pais humanos, cheio de limitações e falhas na criação e desvios de caráter e gaps emocionais. Ele é perfeito.

Se tenho eu um Pai celestial que tanto me ama e que é tão perfeito e bondoso, porque deveria eu andar ansioso? Jesus ilustrou isto de uma forma muito engraçada. Disse Jesus que “os passarinhos não plantam, não colhem e não guardam em celeiros, mas que, entretanto, o Pai Celestial os alimenta”. Que revelação maravilhosa: O alimento não vem da terra, mas do céu... É o céu (sol e chuva) que faz com que a terra dê o seu fruto. O Pai Celeste fertilizando a mãe-natureza para nos alimentar.

E Jesus concluiu seu discurso de um jeito muito didático, ou seja, com uma pergunta para nos fazer pensar. Disse Jesus: “Quem vocês acham que vale mais para Deus? Os pássaros do céu ou vocês, que são imagem de Deus?”. Deus cuida de mim na sombra das suas asas: A quem temerei? Tudo provém de Deus.

Existamos como Jesus ensinou várias vezes: "Não andem ansiosos por nada, mas façam com que Deus conheça as necessidades de vocês por meio da oração".

Ao deixarmos a ansiedade de lado teremos qualidade de vida, pois passaremos a resolver não problemas imaginários, mas apenas os problemas que realmente existem, que são os de hoje, e poderemos também “curtir mais o dia de hoje” (Carpe Diem), sabendo que o dia de amanhã trará outras preocupações e outras alegrias.

Domingo passado eu preguei sobre o poder da oração e, pra variar, Deus provou as minhas palavras no transcorrer desta semana, e pude, mais uma vez, descobrir que não precisamos andar ansiosos por coisa alguma.

Viva!