terça-feira, 28 de julho de 2009
E DEUS CRIOU OS PEIXES...
Quem sabe ainda terei a oportunidade de visitar Kuroshio Sea, que é o segundo maior aquário do mundo?!
Veja o filme.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
QUEM QUER CAIR EM TENTAÇÃO?

Se eu tenho permissão para fazer algo, aquilo não me é uma tentação, posto que somente sou tentado por aquilo que “não” posso ter, ver ou fazer.
Se não posso é porque alguém me proibiu ou disse que é errado.
Se não é “errado” nem proibido, desejar, ver ou fazer , logo, não é uma tentação. Portanto, a tentação é algo que pode ser criada. Criamos tentações quando proibimos coisas.
A Lei de Moisés era proibitiva, criando, pois, tentações.
A Lei de Cristo é a Graça: liberdade no Espírito. Se tenho liberdade, não tenho tentações.
Paradoxal e, como diriam alguns pastores: “perigosa esta linha de raciocínio – não vamos dar liberdades para não termos problemas com ela”. Mas não dar liberdade é sair da Graça de Cristo e retornar à escravidão das leis mosaicas.
Pela Lei da Graça que hoje opera (nas pessoas que são “nascidas do Espírito”) todas as coisas são lícitas, não obstante, nem todas convêm. Porque não convém?
O que não convém?
O que não convém está relacionado ao amor ao próximo. Se o que me é lícito fazer irá prejudicar alguém em algum lugar do planeta, não devo mais fazer. Não porque eu não possa fazer, mas porque devo amar o outro e, por amor altruísta – não pela lei – deixo de fazer coisas que me dão prazer, me alegram e me são lícitas, simplesmente para não prejudicar outros.
Alguns poderiam perguntar: “Mas, deixo de fazer isto ou aquilo não é para ser salvo?”
A resposta é um retumbante: NÃO! Não somos salvos pela lei nem pelas nossas obras boas. A lei mata e o Espírito da vida. Somos salvos e aceitos por Deus não pelo que nós somos, mas pelo que Ele é! Somos salvos pela Graça de Deus, não pelas nossas boas ações!
Assim, acabamos por dar um tipo de definição para o pecado, que é prejudicar o próximo.
Não! O pecado não é prejudicar Deus, posto que a Deus ninguém prejudica, no máximo, por Ele podemos ser abençoados ou prejudicados. Ele não depende de nós, de nossa crença, de nossas teologias, de nossa defesa em favor d'Eele e nem de nossa devoção. Estas coisas são importantes para nós, homens vacilantes, que carecemos de identidade.
Pecado não é problema para Deus. Todos os pecados já estão perdoados. Ou não estão? Deus não vê mais os nossos pecados, pois eles já foram pagos por Cristo e lançados no mar do esquecimento.
Deus não vê o “nascido de novo” pela lente do pecado, mas pela lente da Graça. Para Deus os que crêem estão limpos. Infelizmente poucos de nós temos esta capacidade de acreditar no Evangelho e aceitar que fomos perdoados, preferimos crer que temos que "pagar algum preço" ou fazer algum "sacrifício" para sermos aceitos ou merecedores de um “presente” de Deus, que chamamos de salvação. Mas não, gente, é de graça mesmo!
Para piorar este cenário de dúvidas, alguns líderes religiosos estão constantemente ensinando um Evangelho que não é o Evangelho da Graça, mas o diabólico Evangelho do Mérito, por meio do qual sempre é dito: “Cuidado que Deus castiga! Não toque nisto! Não beba aquilo! Feche os olhos! Dê dinheiro! Morra!”
“Não nos deixes cair em tentação”.
Em qual tentação?
Na tentação de olhar apenas para mim.
Na tentação de não perdoar, de guardar rancor.
Na tentação de se achar o dono da verdade, ou melhor que os demais.
Na tentação de se fazer de vítima das circunstâncias.
Na tentação de lançar a culpa no outro, no governo, nos pais, nos irmãos, na igreja, no pastor... Menos em mim! Pois eu sou a grande vítima!
Não nos deixe Senhor, cair na tentação de não assumirmos nossos erros, não pedirmos perdão por eles e não crermos que fomos perdoados e aceitos gratuitamente - sem sacrifícios.
Perdoe a gente por não amarmos os outros como amamos a nós mesmos.
Luciano Maia
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Um filme muito bem feito e delicioso que mostra que nossa vida pode ser uma "viagem"!
Muito interessante a técnica utilizada, mas, sobretudo a mensagem análoga da vida sendo reflexo de desejos e de escolhas tanto nossas quanto de outros. Sim, a vida é um tabuleiro de xadrez!
Veja o filme da Virgin e depois este link.
terça-feira, 21 de julho de 2009
UM CONVITE À DOCE REVOLUÇÃO!

O REINO É SIMPLES!
Artigo 1 – Fica decretado que agora não há mais nenhuma condenação para quem está em Jesus, pois, o Espírito da Vida em Cristo, livra o homem de toda culpa para sempre.
Artigo 2 – Fica decretado que todos os dias da semana, inclusive os Sábados e Domingos, carregam consigo o amanhecer do Dia Chamado Hoje, por isso qualquer homem terá sempre mais valor que as obrigações de qualquer religião.
Artigo 3 – Fica decretado que a partir deste momento haverá videiras, e que seus vinhos podem ser bebidos; olivais, e que com seus azeites todos podem ser ungidos; mangueiras e mangas de todos os tipos, e que com elas todo homem pode se lambuzar.Parágrafo do Momento: Todas as flores serão de esperança; pois que todas as cores, inclusive o preto, serão cores de esperança ante o olhar de quem souber apreciar. Nenhuma cor simbolizará mais o bem ou o mal, mas apenas seu próprio tom, pois, o que daí passar estará sempre no olhar de quem vê.
Artigo 4 – Fica decretado que o homem não julgará mais o homem, e que cada um respeitará seu próximo como o Rio Negro respeita suas diferenças com o Solimões, visto que com ele se encontra para correrem juntos o mesmo curso até o encontro com o Mar.Parágrafo que nada pára: O homem dará liberdade ao homem assim como a águia dá liberdade para seu filhote voar.
Artigo 5 – Fica decretado que os homens estão livres e que nunca mais nenhum homem será diferente de outro homem por causa de qualquer Causa. Todas as mordaças serão transformadas em ataduras para que sejam curadas as feridas provocadas pela tirania do silencio. A alegria do homem será o prazer de ser quem é para Aquele que o fez, e para todo aquele que encontre em seu caminhar.
Artigo 6 – Fica ordenado, por mais tempo que o tempo possa medir, que todos os povos da Terra serão um só povo, e que todos trarão as oferendas da Gratidão para a Praça da Nova Jerusalém.
Artigo 7 – Pelas virtudes da Cruz fica estabelecido que mesmo o mais injusto dos homens que se arrependa de seus maus caminhos, terá acesso à Arvore da Vida, por suas folhas será curado, e dela se alimentará por toda a eternidade.
Artigo 8 – Está decretado que pela força da Ressurreição nunca mais nenhum homem apresentará a Deus a culpa de outro homem, rogando com ódio as bênçãos da maldição. Pois todo escrito de dívidas que havia contra o homem foi rasgado, e assustados para sempre ficaram os acusadores da maldade.Parágrafo único: Cada um aprenderá a cuidar em paz de seu próprio coração.
Artigo 9 – Fica permanentemente esclarecido, com a Luz do Sol da Justiça, que somente Deus sabe o que se passa na alma de um homem. Portanto, cada consciência saiba de si mesma diante de Deus, pois para sempre todas as coisas são lícitas, e a sabedoria será sempre saber o que convém.
Artigo 10 – Fica avisado ao mundo que os únicos trajes que vestem bem o homem diante de Deus não são feitos com pano, mas com Sangue; e que os que se vestem com as Roupas do Sangue estão cobertos mesmo quando andam nus.Parágrafo certo: A única nudez que será castigada será a da presunção daquele que se pensa por si mesmo vestido.
Artigo 11 – Fica para sempre discernido como verdade que nada é belo sem amor, e que o olhar de quem não ama jamais enxergará qualquer beleza em nenhum lugar, nem mesmo no Paraíso ou no fundo do Mar.
Artigo 12 – Está permanentemente decretado o convívio entre todos os seres, por isso, nada é feio, nem mesmo fazer amizades com gorilas ou chamar de minha amiga a sucuri dos igapós. Até a “comigo ninguém pode” está liberta para ser somente a bela planta que é.Parágrafo da vida: Uma única coisa está para sempre proibida: tentar ser quem não se é.
Artigo 13 – Fica ordenado que nunca mais se oferecerá nenhuma Graça em troca de nada, e que o dinheiro perderá qualquer importância nos cultos do homem. Os gasofilácios se transformarão em baús de boas recordações; e todo dinheiro em circulação será passado com tanta leveza e bondade que a mão esquerda não ficará sabendo o que a direita fez com ele.
Artigo 14 – Fica estabelecido que todo aquele que mentir em nome de Deus vomitará suas próprias mentiras, e delas se alimentará como o camelo, até que decida apenas glorificar a Deus com a verdade do coração.
Artigo 15 – Nunca mais ninguém usará a frase “Deus pensa”, pois, de uma vez e para sempre, está estabelecido que o homem não sabe o que Deus pensa.
Artigo 16 – Estabelecido está que a Palavra de Deus não pode ser nem comprada e nem vendida, pois cada um aprenderá que a Palavra é livre como o Vento e poderosa como o Mar.
Artigo 17 – Permite-se para sempre que onde quer que dois ou três invoquem o Nome em harmonia, nesse lugar nasça uma Catedral, mesmo que esteja coberta pelas folhas de um bananal.
Artigo 18 – Fica proibido o uso do Nome de Jesus por qualquer homem que o faça para exercer poder sobre seu próximo; e que melhor que a insinceridade é o silencio. Daqui para frente nenhum homem dirá “o Senhor me falou para dizer isto a ti”, pois, Deus mesmo falará à consciência de cada um. Todos os homens e mulheres que crêem serão iguais, e ninguém jamais demandará do próximo submissão, mas apenas reconhecerá o seu direito de livremente ser e amar.
Artigo 19 – Fica permitido o delírio dos profetas e todas as utopias estão agora instituídas como a mais pura realidade.
Artigo 20 – Amém!
Contruibuição: Reverendo Caio
sexta-feira, 17 de julho de 2009
EU SEI DE TUDO SOBRE VOCÊ!

Quanto de verdade há em nossas palavras?
Vai
Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena: Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali. Aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta: - Será que vai chover hoje?
segunda-feira, 13 de julho de 2009
EXPLICAÇÃO: EU EXIJO UMA!

As crianças pedem explicação para tudo. Legal como elas são honestas e se assumem ignorantes, ao contrário de muitos de nós. Porque isto? Porque aquilo? E os pais sempre procuram como heróis, ter uma explicação para tudo, mesmo que, de fato, não a tenha.
Mas, com Deus não é assim. Deus não é uma explicação. "Deus é amor".
Muitos cristãos tentam usar Deus como uma explicação para isto, para aquilo, para o início e para o fim das coisas. Mas não. Deus não é uma explicação, mas amor. Alguns usam deus como o limite do conhecimento, neste sentido, o que era atribuído a Deus séculos atrás, por pura falta de explicação, hoje não mais o é. Assim Deus foi perdendo o status de explicação para alguns mistérios. Mas para o que ainda não há explicação hoje, alguns dizem logo: “Isto é Deus!”
Noutro sentido, Deus também não está muito interessado em sair explicando as coisas. Ele quer que saiamos amando as pessoas! Assim como Cristo, não explicou claramente o porquê dos aleijados e doentes, mas limitou-se a curá-los. Devemos também, sobretudo amar. As explicações das coisas, do seu sofrimento, da enfermidade na família, do desemprego inesperado... Pode ser que venham, pode ser que não. Mas isto não me impede de fazer o bem e desejar o bem para você. O personagem Jó morreu sem receber explicações e nem por isso deixou de amar e acreditar em Deus.
Explicação é coisa para a ciência, invenção humana. Uma explicação fraquinha, pálida, insossa e engatinhante, mas ainda assim, a ciência é alguma uma explicação; a melhor que o homem conseguiu criar até hoje para saciar sua fome inata por explicações.
A ciência de ontem é uma piada engraçada perto das descobertas magníficas de hoje. As aplaudidas descobertas de hoje serão piadas ainda mais cômicas perto das descobertas sensacionais que virão daqui a cem anos... E assim sucessivamente.
Ainda somos ignorantes e o maior dos ignorantes é o que isto ignora, posto não estarmos no fim da história. A ciência ainda engatinha, pois ela está encarcerada aos limites intelectuais da humanidade míope.
Ao contrário dos pais humanos que querem ter uma resposta para quase tudo o que suas crianças perguntam. Deus não nos explica "como" Ele criou o homem, Ele apenas conta que Ele criou o homem. Pronto. Eu creio ou não. Ele não se importa tanto. Nós nos incomodamos muito. O "como" é papel da ciência, serva do homem e, um dia talvez, ela chegará perto do conhecimento pleno do "como".
Ah! Se Deus explicasse hoje, nem a ciência entenderia posto ainda ser engatinhante. Mas Ele não explica, ele ama.
Jesus, ao contrário de alguns cristãos, não está preocupado em dizer "como" Deus fez isto ou aquilo, mas preocupa-se em curar, abençoar, dar a paz, tentar extirpar o orgulho, vaidade e arrogância... Preocupa-se em ensinar que a gente deve fazer o bem e tentar não fazer o mal. Mas o livre arbítrio desta tentativa é todo nosso.
Buscar muitas explicações em Deus ou afirmar que Deus é uma explicação para o que o homem ainda não descobriu é de um infantilidade própria dos que n’Ele não acreditam e que ficam explicando como Ele "não" fez as coisas.
Ame, sem explicar ou pedir explicações. O mundo agradece.
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E por falar nas inexplicáveis razões espirituais pelas quais passamos ou nascemos com problemas, este filme tão sensacional que nem parece publicitário, nos conta uma linda estória de superação. Emocionante!
TEOLOGIA DA PROSPERIDADE

quinta-feira, 9 de julho de 2009
VAMOS PEDALAR!

Até Jesus, emocionalmente preparado para morrer, agonizando seus instantes finais, disse pra Deus que não queria mais morrer (“Afasta de mim este cálice...”). Curioso, até ele que sabia de tudo e tudo via, preferiu outra via que não a morte física, mas a vida vivida, como se via.
Ontem passeando com a minha amada num shopping olhei para uma vitrine e vi meu reflexo, meus cabelos negros, mesmo no alto dos meus 41 anos. Disse: “Si, sou um sujeito de sorte, pois meu cabelo ainda é pretinho...”. Não queremos morrer, e se possível, não queremos nem os sinais da maturidade que anunciam a aproximação da dona morte e o distanciamento da possibilidade de novas escolhas.
Considero Belchior o poeta da nostalgia, que olha o passado como um bem perdido: "...mas é você que ama o passado e que não vê que o novo sempre vem."
A Bíblia nos ensina também que morrer velho também é uma bênção. Ou seja, morrer não é uma bênção, mas envelhecer sim, paradoxalmente. Como que alguns de nós, ditos discípulos de Cristo, temos dificuldade em assumir alguns pressupostos básicos da existência humana!
Uma coisa legal em Deus é como Ele se preocupa com nossa saúde emocional e psicológica enquanto vivos. Ao nos prometer uma vida eterna na outra vida que não é esta vida, Ele nos conta de algo que não sabemos o que é de verdade, mas que nos conforta. Posto que morte não seja uma coisa boa, a possibilidade da eternidade nos tranqüiliza, tira ansiedade e permite que vivamos esta finita existência de maneira menos angustiante. Crer que a vida será eterna nos permite melhor curtir a finita vida. Deus é bem didático.
Viva a vida!
Por falar em pedalar, um filme que vale a pena ser visto.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
EU TAMBÉM APRENDI.

Fiquei muito confuso na época, não tinha resposta para dar, nem a eles e nem a mim mesmo. Mas algo me dizia que Deus não tinha errado. “Um dia entenderei isto”, pensava. Hoje, alguns anos de problemas, oração e leitura do Evangelho depois, eu consigo entender mais algumas coisas, mas sei que muito ainda tenho que aprender.
Aprendi algumas coisas:
Aprendi que Jó somente se deu mal na vida porque ele era um homem bom e fiel ao Senhor, o seu Deus. Ele foi alvo de uma discussão entre Deus e um dos seus servos, o diabo. Para provar que estava certo em sua opinião, Deus permitiu que o diabo aprontasse “o diabo” na vida de Jó, que permaneceu fiel, mesmo sem nunca ter entendido nada do que acontecera.
Aprendi também que Lázaro somente sofreu tanto com sua enfermidade, a ponto de morrer doente, porque ele era amigão de Jesus. Paradoxal novamente. Jesus, quando foi chamado pelos familiares por causa da grave enfermidade do amigo Lázaro, demorou-se propositalmente para aguardar o óbito. Só depois ele partiu para o vilarejo de Betânia, para ver duas irmãs chorosas pela perda do irmão, arrimo de família, que já era um cadáver sepultado. Aprendi que Jesus não queria a cura de Lázaro, queria algo muito maior, algo inusitado, inesperado, não-planejado, imprevisível, impossível, queria o impensável. Aprendi que Jesus não queria atender às orações das pessoas, pedindo cura, mas queria que vissem que ele, Jesus, não era apenas mais um andarilho curandeiro, mas que em suas mãos repousavam o poder que nenhum outro “iluminado” tinha: o de extrapolar os limites da vida e da morte. A morte, pânico para os reis, imperadores e famosos em geral, está submissa às ordens de Jesus.
Aprendi que pessoas que estão próximas de Deus têm problemas, como todas as outras, com a diferença que os problemas não estão fora do controle de Deus, mas Deus os vê e os permite visando um bem maior. No caso de Jó e Lázaro, o ganho foi a ampliação da fé deles e a oportunidade de saberem que Deus não é um conceito, mas um fato.
Aprendi que os problemas nos aproximam de Deus.
Aprendi também que na dor nosso coração amolece.
Aprendi que após os problemas passamos a ser mais compreensivos com a dor alheia.
Aprendi que ninguém sai de uma experiência dolorosa da mesma forma.
Aprendi que é verdade o adágio popular: “Crescer dói.”
Aprendi que os problemas da minha vida não estão fora do controle de Deus, mas que alguns deles foram até permitidos ou planejados por Deus, para o meu doloroso, mas necessário, crescimento como pessoa. Por isso, posso minimizar minhas angústias, medos e ansiedades, pois aprendi que não estou sozinho enfrentando a vida, estou sim, sendo treinado, pelo coach dos coachs, que não quer o meu mal, mas me ver maduro, forte e preparado. Uma pessoa melhor.
Aprendi que, assim como a cura não fazia parte dos planos de Deus para a vida de Lázaro, algumas vezes também não somos ouvidos em nossas orações, posto que Deus tem algo surpreendentemente melhor lá na frente. Algo que não podemos suspeitar. Algo impensável. Bom demais para ser verdade.
Aprenda isto.
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Este texto abaixo é legal e muito difundido na internet. Mas é um texto apócrifo, como tantos que são atribuídos a Veríssimo, Drummond, Quintana, e sei lá. Talvez os autores sejam tímidos, ou quem sabe usando esses nomes famosos o texto ganha status e anda mais rápido. Portanto, o texto abaixo, apesar de útil, inspirador e lindo, não pertence a William Shakespeare. (Se alguém tiver informações complementares, me informe.)
VÍDEO SENDO BAIXADO - MAS JÁ PODE SER ASSISTIDO CLICANDO NESTE LINK ABAIXO:
segunda-feira, 22 de junho de 2009
quarta-feira, 10 de junho de 2009
MAIS CRISTO, MENOS RELIGIÃO.

"Aconselho refletir se o seu comportamento mudaria conforme a resposta dessa pergunta. Se não mudaria, podemos deixar a pergunta de lado. Se mudaria, posso lhe ser útil a ponto de dizer que você já decidiu: você precisa de um Deus."
Bertold Brecht, Histórias do sr. Keuner
Achei muito interessante este texto do dramaturgo alemão Brecht!
Para muitas pessoas Deus funciona como um freio necessário para seus instintos.
Para outros, melhor crer na não existência de Deus, assim, podem fazer o que quiser, sem peso de conciência. Melhor que ele não exista, assim sou dono da minha razão, faço minhas regras.
Para outros "Ele é amor". Se o amor existe, logo, Ele também.
Longe de querer estabelecer dogmas morais, Jesus, em seu discurso, estabeleceu um padrão baseado no amor, ou seja, não faça com o seu vizinho o que você nãos quer que façam com você, "amando o próximo como a si mesmo".
Quem ama não mata, porque não deseja ser assassinato.
Quem ama não rouba, porque quer acordar com o seu carro na garagem.
Quem ama não trai, porque não quer ver seu marido tendo mais prazer com a colega de trabalho do que consigo.
Quem ama não mente, porque não quer ser o último a saber (e pela boca de outros).
Tudo isso, não por moralismo idiota, mas porque, se não é bom para mim, não é bom para o vizinho.
Não obstante, muitos escondem seus esqueletos no armário sob o pretexto de que a sociedade é moralista, ou que isto ou aquilo são construções sociais. Nalguns casos isto é até verdade, mas uma verdade relativa.
De fato, o Cristianismo fez um excelente desserviço ao fazer o que Cristo não mandou e ao não fazer o que Ele orientou. Cristo orientou ser servo para ser o maior, mas por séculos o Cristianismo ignorou isto, uma vez que estava embriagado pelas possibilidades do poder.
Uma pena que o Cristianismo não corresponde, na maioria das vezes e das igrejas, ao discurso central de Cristo, impedindo asism que muitos compreendam e aceitem o Evangelho.
Cristo centrou seu discurso no amor e na tolerância, no não julgamento, no serviço, na humildade. Esta "lei do amor" é ao mesmo tempo tão simples e tão complexa, posto que racionalmente compreendemos que não devemos fazer algumas coisas comos outros, mas, por inúmeros pretextos, fazemos.
Graças a Deus que nos perdoa dos nossos erros gratuitamente.
[Há um outro texto (aqui), no qual é falado sobre as nossas máscaras e relações insinceras.]
Eu sou um pastor pecador!
Eu sou mal.
Eu erro.
Eu me envergonho do que faço às vezes.
Não obstante, peço perdão a Deus e sigo meu caminho, buscando ser uma pessoa um pouquinho melhor a cada dia, ou a cada ano. Espero que eu consiga.
Quer tentar também?
Começe não me julgando.
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Não sei muita coisa sobre a Anistia Internacional, mas este filme me chamou a atenção, uma vez que ilustra bem o que religião sem jesus pode fazer, ou, o que a humanidade, sem amor, pode realizar.
terça-feira, 2 de junho de 2009
PERDAS E DANOS
Faz parte da natureza humana querer o bem e buscá-lo para si e para os seus. Os mais altruístas o buscam para todos.
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sábado, 30 de maio de 2009
DESABAFO PASTORAL
Tenho um amigo que é pastor de uma grande igreja. Certa vez, durante uma entrevista, ele disse ao repórter que orava seis horas por dia. O jornalista, muito impressionado, perguntou por que ele orava tanto tempo. O pastor respondeu, com toda franqueza: “Minha igreja é muito grande, e odeio muitas pessoas que fazem parte de-la. Preciso orar seis horas por dia para que Deus me ajude a amá-las”.
Gostaria de amar todos os cristãos, mas não consigo. E vou enumerar algumas razões pelas quais isso acontece.
Não gosto de muitos cristãos pela capacidade que possuem de ser terrivelmente críticos. Eles assumem aquela pose do tipo sou-mais-santo-que-você e se consideram melhores do que todo mundo. Brigam e discutem pelos motivos mais ridículos.
• “Você está lendo a versão errada da Bíblia.”
• “O estilo de louvor de sua igreja é sem graça.”
• “O ensino sobre o Antigo Testamento é insuficiente.”
• “Por que não prega mais sermões expositivos?”
• “Sua igreja deveria realizar mais trabalhos evangelísticos.”
• “Você é por demais evangelista, devia se preocupar mais com o discipulado.”
Esses especialistas em igreja costumam ser os mesmos que não sabem dizer o nome do vizinho não-cristão. Aaaarghhh! Fico doen-te com esse tipo de gente. E quando o tema da conversa ultrapassa as questões da igreja, a coisa é ainda pior:
• “Evangélicos só devem assistir a filmes cristãos, que não são violentos.” (Adorei ver a cara dessas pessoas quando A paixão de Cristo, de Mel Gibson, foi lançado.)
• “Quem ouve música do mundo vai para o inferno.”
• “Cristão não faz tatuagem.”
• “Os Teletubbies são coisa do Diabo.”
• “Cristão de verdade não vai à Disney.”
Não consigo imaginar Jesus escrevendo frases como essas no chão.
Outro tipo que faz meu estômago revirar é aquele pregador fu-rioso: “Se você não se converter, vai queimar no inferno, pecador!”. Por experiência, posso dizer que os pregadores nervosinhos em geral pecam tanto quanto (ou mais do que) as pessoas a quem costumam pregar.
Se o que você leu até agora ainda não é suficiente para convencê-lo, ainda há mais: certos cristãos são muito esquisitos. É só dar uma olhada nos programas evangélicos exibidos na televisão. Alguns deles complicam muito o meu trabalho. Em tese, remo no mesmo barco, mas confesso que fico tentado a fazer piada das muitas bobagens que vejo.
Não é de admirar que não-cristãos assistam a esses programas só para rir. Sei que há muitos ministérios cristãos sérios que ocupam espaços na grade de horários da televisão, e dou o maior apoio. Mas, sejamos sinceros, existe muita coisa bastante bizarra para ver.
Se você se sente ofendido com o que acabou de ler, peço que coloque a mão na consciência e seja franco: já reparou no jeito que muitos televangelistas se vestem? Junte-se a isso a maquiagem forte e o cabelo cheio de laquê das mulheres desses pastores-apresentadores. Parece até um cafetão acompanhado de uma perua — é possível até que um cafetão e uma perua de verdade se vistam e se maquiem melhor.
Isso sem falar no grande engodo que é o discurso antibíblico: “Deus quer que seus filhos sejam ricos, por isso posso andar por aí em carros de luxo”. Para completar, eles ainda pregam no melhor estilo vou-pegar-seu-dinheiro, finalizando todas as falas com aquele “amém?” constrangedor. “Jesus ressuscitou dentre os mortos, amém? E ele está pronto para perdoar seus pecados, amém? Clame pelo Senhor agora, amém?”. Isso me embrulha o estômago, amém?
O que é isso?
O pior de tudo, porém, é o potencial de certos evangélicos à hipocrisia mais nojenta. São capazes de dizer uma coisa e fazer outra completamente diferente. Isso não apenas macula o nome de Jesus, como também fornece mais munição para esse mundo incrédulo usar contra o corpo de Cristo. É como o sujeito que procurou certo pastor protestante e perguntou:
— Pastor, será que o senhor faria o funeral de meu cachorro?
— Não fazemos funerais de cachorros — o pastor respondeu.
— Que pena — disse o homem, aparentemente decepcionado, mas rindo por dentro. — Eu estava disposto a fazer uma oferta de 100 mil para a igreja. Pelo jeito, terei de procurar outra.
— Opa, espere um pouquinho — reagiu o pastor. — Por que você não disse antes que seu cachorro era protestante?
Essas são algumas das razões pelas quais não gosto de muitos cristãos. Para falar a verdade, muitos deles também não gostam de mim. Dizem que sou radical demais. Que minha teologia é rasa. Que sou bom mesmo é de marketing. E meu pecado imperdoável: sou pastor de uma “megaigreja” (o que, automaticamente, faz de mim um egocêntrico que só se preocupa com dinheiro).
Agora que meus motivos já estão expostos, podemos começar. Espero que cheguemos aonde Deus deseja: um lugar que, provavelmente, não é o que ocupo agora. De qualquer maneira, sinto-me melhor depois de desabafar. Obrigado pela atenção que me dispensou até agora.
O cristão de quem menos gosto.
Se você acha que minha cisma é apenas com evangélicos de outras igrejas, está enganado. Quando olho para minha igreja, encontro muitas pessoas das quais também não gosto. Não tenho o menor interesse em saber o que querem e como vivem. Fico bastante perturbado com isso, doente mesmo.
Há um tipo de cristão que considero o pior de todos, disparado. É o que mais me aborrece. Tira meu sono. Embrulha meu estômago. O cristão que mais detesto… sou eu!
Não estou brincando. Detesto muitas coisas em mim. Detesto ser menos do que aquilo que Cristo deseja. Tenho nojo de mim quando digo coisas que não deveria e que são incoerentes com a Palavra de Deus.
Detesto quando, na condição de líder, tomo decisões que magoam as pessoas. Detesto quando minhas atitudes pecaminosas magoam os seguidores de Cristo e afugentam os não-cristãos. Detesto essas coisas que vejo em mim.








