domingo, 16 de janeiro de 2011

Líderes Evangélicos fazem a diferença na tragédia do Rio, afirmam as manchetes dos jornais


"Silas Malafaia vende seu avião e compra mantimentos para as vítimas da tragédia na Serra do Rio Janeiro."


"Bancada evangélica ameaça trancar a pauta de votação do congresso até que sejam tomadas medidas definitivas para evitar outras tragédias como esta."


"RR Soares reverte as receitas dos carnês de patrocinadores para os desabrigados das tragédias."

"Apóstolo Estevam e Bispa Sônia desviam a Marcha para Jesus para a Serra Fluminense e a renomeiam "Marcha Por Jesus!", uma multidão a serviço da vontade do Senhor Jesus junto ao seu povo sofrido."


"Bola de Neve TV não passa campeonato de surf ou skate sábado a noite para divulgar locais de doações e voluntariado para atuar na serra fluminense."


"Valdemiro Santiago coloca seus dois helicópteros a disposição das equipes de resgate e sai a campo com seus bispos para levar seus estoques de água 100% Jesus às vitimas."


"Edir Macedo desiste da construção de seu templo de Salomão e doa o material de construção para o reparo dos que perderam tudo."



"Rene Terra Nova faz um ato profético em favor das vítimas: Vai ao banco e transfere o dinheiro arrecadado para a Festa dos Tabernáculos para a conta da Cruz Vermelha, para que esta compre tendas e alimentos para os desabrigados."


"Bispo Rodovalho troca as emendas que fez para festas no Ministério do Turismo por verbas emergenciais para os desabrigados."


"Ana Paula Valadão recebe uma revelação de que há um tripé sobre a Serra do Rio de solidariedade, amor ao próximo e humildade e decide realizar três shows com renda revertida aos desabrigados."



"Todas as igrejas evangélicas do Rio de Janeiro interrompem seus serviços internos e abrem seus espaços aos desabrigados, enquanto seus membros ajudam no consolo dos que perderam tudo."


Oremos para que um dia ao menos uma ou duas destas manchetes não soem como piada ou provocação, mas como coisa natural entre o povo de Deus.

Acima estão estampados apenas alguns nomes proeminentes. Contudo, longe deste ser um vil julgamento, este post tem de servir para que cada um de nós, que professamos a fé em Jesus Cristo e em Seu Evangelho de amor aos oprimidos, possamos pensar e nos analisar individualmente.

Sabemos que muitos cristãos e muitas igrejas, das mais diversas denominações, estão se envolvendo pessoal e materialmente, contudo, estas falsas manchetes acima servem para nos fazer refletir sobre o tipo de espiritualidade e cristianismo nosso, não necessariamente do outro, pois cada um prestará contas pessoalmente de seus atos.

Que nesta hora não apenas busquemos os "culpados", mas, acima de tudo, que busquemos primeiramente  a solidariedade com os que sofrem.

O que eu estou fazendo de concreto?

O que você está fazendo de concreto?


Associação da Igreja Metodista - Central de Teresópolis
Banco Bradesco
Ag: 2801
c/c: 8948-6



Associação da Igreja Metodista -Central de Petrópolis
Caixa Econômica Federal
Ag: 0188
Op: 013
Conta Poupança: 3373-7



Associação da Igreja Metodista - Nova Friburgo
Caixa Econômica Federal
Ag. 0186
c/c: 664-2




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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

CRISE CONJUGAL II - Grana ou Sexo?



A "Revolução Feminina"  (ou revolução feminista) chegou rasgando dogmas machistas, preceitos culturais e tradições sociais. Grandes conquistas vieram a partir do momento em que as mulheres começaram a exigir direitos civis iguais aos dos homens: Nada mais justo e natural, pois, Deus fez ambos (Adam-homem e Eva-mulher) com direitos iguais, tanto que o erro de um foi capaz de catapultar ambos, igualmente, para fora da "casa do Pai".

Como em toda revolução, as pessoas sabem o que não querem, contudo, não sabem muito bem o que irá acontecer na contagem dos despojos. Assim tem vivido a sociedade brasileira de classe média pós-revolução feminina: Homens e mulheres vítimas de uma transformação de costumes que ainda está em curso e neste meio de caminho muitas coisas não estão claras para os marcianos e as venusianas. Direitos não desejados estão sendo dados às mulheres. Deveres não negociados estão sendo cobrados dos homens e a parceria conjugal está perdida em meio a uma sociedade que desfez algo, mas que ainda não foi capaz de construir um novo para substituir.


DIREITOS IGUAIS OU PRIVILÉGIOS DA MULHER?

Mulheres enfastiadas de direitos e frustradas com eles. Premiadas com conquistas, mas em dúvida se realmente as queriam. Mães que prepararam as filhas para serem independentes dos homens, mas não prepararam seus filhos para serem independentes das mulheres: ensinaram as filhas a trabalharem fora, mas não ensinaram os filhos a cozinharem e cuidarem da casa (afinal, ironicamente, muitas protagonistas da revolução feminina pensam que "isto não é coisa pra macho" e não querem filhos 'maricas'). Mães que querem que seus filhos tenham boas esposas, que cuidem bem deles e da casa, mas não querem que as próprias filhas exerçam este mesmo papel na vida de outro homem... "Afinal, minha filha foi educada para ser uma profissional, não uma empregada doméstica...". E não foi assim com as filhas das outras mães?

Neste campo de batalha revolucionário, um aspecto tem me chamado muito a atenção: Administração do dinheiro.


GRANA

No geral o que tenho observado em alguns casais é o seguinte: O dinheiro do homem é o dinheiro de todos, que faz frente às principais despesas e manutenção da casa, mas o dinheiro da mulher é o dinheiro DELA, com o qual ela pode "ajudar" na manutenção da casa, contudo, esta verba é prioritariamente usado em suas "necessidades" pessoais, sejam estas quais forem.  No geral a mulher sente-se desconfortável em ganhar mais que o marido e em ter que auxiliar na manutenção da casa. O homem, idem, sente-se diminuído em sua masculinidade quando tem que "pedir"  dinheiro para a mulher a fim de fazer frente às despesas básicas da casa, posto a revolução feminina não ter sido completa, ou foi completa, entretanto, em apenas algunas áreas da vida civil e conjugal.

Revolução inacabada...

Fato observado em minhas incurções pastorais é que estas indefinições financeiras acabam por interferirem na sexualidade do casal, já que, ao dividir a manutenção da casa, o homem pode deixar de enxergar-se como homem e a mulher não mais o enxergar como o homem, posto terem uma carga cultural gritando que no pênis dependurado deveria ter uma plaqueta escrito: "Banco24Horas".

Conheço um casal onde o homem é mais de dez anos mais velho que a mulher. Quando começaram o relacionamento, ele já era um profissional bem sucedido e que já possuía patrimônio e a casa onde moraram, portanto, ele era um ótimo partido para aquela linda jovem, que foi ensinada pela genética e pela "seleção natural" a fazer uma "boa" escolha conjugal, eliminando os machos menos capazes e selecionando o que mais condições teriam de proteger a fêmea. Passado mais de uma década, na qual ela escolheu dedicar-se com afinco à sua carreira profissional, não ter filhos, e fezer inúmeros cursos de especialização, sua carreira naturalmente decolou mais que a dele. Ato contínuo: as contas bancárias, antes conjunta, foram separadas. Ele continua um profissional bem colocado, mas ela, graças ao suporte que o casamento deu, subiu a posições profissionais acima das dele, com salário muito superior. Ele continua bancando a casa. Ela, com seus proventos, bancando seus sapatos luxuosos, carros importados e "ajudando" na casa. Suas economias e crédito na praça a permitiram comprar a sua própria casa e partir para a carreira solo, afinal, aquele homem já era "pequeno demais" para as ambições dela.  Hoje ela está em crise por não ter tido filhos e pela alta probabilidade de não mais tê-los. Tem dúvidas se fez as escolhas certas. Tem dúvidas se valeu a pena ganhar uma carreira de sucesso em detrimento do prazer da maternidade. Tem dúvidas de tudo.

Dentro da classe média brasileira temos muitos casais que não conseguem administrar os sucessos das carreiras de ambos, tanto homens como mulheres. Muitos casais que não sabem administrar as finanças da casa e que brigam por dinheiro. Casais que comprometem o prazer sexual e a união do lar por causa de grana. Casais que dividem tudo: filhos, cama, casa... Só não dividem a conta bancária!

Particularmente tenho uma posição muito clara com relação a isto.


QUEM É O CHEFE DA CASA?

Majoritariamente os homens foram ensinados pelos seus pais e pelas mulheres (suas mães) que o homem tem de conseguir sustentar uma casa para poder casar-se dignamente. Esta informação está guardada no inconsiente coletivo por inércia cultural. Dinheiro, portanto, tem sido usado como instrumento masculino de dominação. Na mesma direção, dinheiro tem sido farejado pelas mulheres como instrumento de proteção. Aqui começa parte do erro.

O mundo ensina que quem tem dinheiro tem poder, mas dentro de um relacionamento conjugal, se ambos desejam possuir os mesmos direitos conjugais e os mesmos direitos civis, dinheiro tem de deixar de ser o instrumento de poder e dominação. Dentro de um relacionamento conjugal o dinheiro não pode pertencer a um ou ao outro, mas tem de pertencer à família. Afinal, somos ou não uma família? O dinheiro deve atender às necessidades da família como um todo e não primordialmente às necessidades deste ou daquele, como acontece nas classes sociais baixa ou alta.

Sou favorável a colocar toda a grana que se ganha num "caixa-único", adminsitrado em comum-acordo pelo casal. Se um ganha 7 mil e outro ganha 3 mil, portanto a renda da casa é de 10 mil, não importando quem contribuiu com a maior parte. Destes 10 mil que pertencem não ao homem nem à mulher, mas à família, ambos farão um "Plano de Contas Familiar" no qual irão prever inicialmente as despesas básicas (alimentação, escola, prestações...) e posteriormente: investimentos, manutenção, entretenimento familiar e entretenimento individual (afinal, cada um dos dois deve ter direito a uma verba pessoal- uma "mesada" - para gastar como quiser).

Separar o dinheiro individualmente em caixas separados é de uma mesquinhez diabólica, por parte do homem ou por parte da mulher.

Se o homem ganha mais, ele não pode usar do dinheiro como instrumento de manipulação da mulher ou da casa. Isto é para os fracos... O marido que precisa usar dinheiro para manipular a própria esposa não é um homem, mas um rato. Se ele não tem autoridade pessoal apenas por ser o marido, não é o dinheiro que dará a ele esta autoridade.

Igualmente, as esposas que ganham ou que começam a ganhar mais que os maridos e que, por isso, imitam o frágil mundo masculino, pensando que agora elas são mais "poderosas"  ou mais "chefes", são também pessoas fracas e de caráter, no mínimo, duvidoso. Estas são esposas que sentem-se no direito de desmerecer os maridos publicamente e desautorizá-los em frente dos filhos ou amigos, já que eles são uns derrotados profissionalmente... Isto é de uma pobreza de espírito patética. Atitude desprezível! Mulheres que agem assim causariam grandes danos às suas famílias se chegassem à Presidência da República.


SEXO

Não há dúvidas que se deixarmos o matromônio entrar neste jogo de poder, a vida sexual pode desandar. Mulheres que por qualquer razão começam a ganhar mais que os homens podem deixar de enxergar neles o papel do macho e perderem o interesse sexual por este homem, interessando-se por outros homens que ganham mais que elas e que podem oferecer mais. Se não existe um amor verdadeiro ou uma relação sedimentada, o dinheiro pode ser um grande afrodisíaco para muitas pessoas...

Em função de crenças sociais que não foram totalmente desmontadas pelas mulheres na revolução feminina, homens que passam a ganhar menos que suas companheiras podem se sentir diminuídos em sua auto-estima e consequentemente diminuídos na cama. Se ela ganha mais, ele pode achar que agora ela é o "chefe" e estes homens passam a ter atitudes subservientes diante delas, ficam mais passivos na cama, podem não mais se enxergare como os "machos-alfa" da relação, não mais sustentarem suas opiniões, aceitarem sem questionar todos os pontos de vista da mulher e, ato contínuo, procurarem outro "lugar"  onde possam sentir-se machos novamente. Não apenas há chances de o homem procurar noutra pessoa um reconhecimento como macho da relação, como a mulher também poderá procurar outra pessoa com quem encontre mais prazer por ser considerado digno de estar, literalmente, "por cima" dela.

Se não for quebrada dentro do casamento esta noção mundana de que quem tem dinheiro detém o poder, as relações conjugais continuarão sendo alvo fáceis de muitas crises. O pior é que nem o governo ajuda, já que oficialmente o próprio IBGE qualifica de "chefe de família"  a pessoa que ganha mais. Esta qualificação dada pelo IBGE é de um poder subconsciente imprevisível.

Então, galera, dúvidas?


Pr. Luciano Maia



[Percebam que tratei neste artigo de um fenômeno das Classes Médias. Nas classes sociais altas e baixas, estas questões não são problemáticas. Nas classes baixas a desestrutura familiar generalizada preserva uma relação de "salve-se quem puder" e como a mulher normalmente tem de cuidar de uma prole que multiplica-se anual e desordenadamente, não trabalha formalmente e vive do que o homem traz pra casa, o que sobrou da cachaça. Nas classes altas estas questões também não são discutíveis, posto os homens dominarem a cena da riqueza mundial e as mulheres que buscaram casar-se com estes abonados sabem bem as regras do jogo que entraram e estão felizes com tais regras: Manda quem assina o cheque do spa e da joalheiria]


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PRA RELAXAR

Agora quatro filmes publicitários que ironizam de forma bem humorada o mundo masculino e a relação entre os sexos.

domingo, 2 de janeiro de 2011

CRISE CONJUGAL - Manual Prático para Jovens


Minha posição de pastor de almas me concede um olhar privilegiado dos relacionamentos conjugais que me rodeiam.

Quando somos "profissionais da alma" (terapeutas, padres, pastores, psicanalistas...) temos sempre nossos ouvidos mais abertos, nossas bocas mais fechadas e as pessoas sempre nos contam seus íntimos segredos, fobias, punções, angústias, sonhos frustrados e futuros e, não raro, nos contam suas intimidades conjugais.

Sempre penso sobre o que me contam, observo os relacionamentos e percebo que, majoritariamente, a reclamação é parecida: "Ele (ou ela) não me atende em minhas necessidades".

No geral as pessoas reclamam de sonhos frustrados. Reclamam que o cônjuge não é "assim ou assado", não faz isto ou aquilo. As pessoas olham para suas necessidades e expectativas e se frustram porque o outro não é (ou não foi) capaz de satisfazê-las.

O conselho mais desejado é: "Você 'merece' ser feliz, portanto, separa-se e busque outra pessoa que possa te fazer feliz".

De fato, não existe nem nunca existirá um casamento perfeito. Desde o primeiro casal (Adão e Eva), pessoas fazem coisas escondidas do cônjuge. No primeiro casal tipificado já vemos que o defeito de um trouxe conseqüências para os dois. Jamais existirá um casal perfeito por uma razão simples: Não existem pessoas perfeitas.

Sonhar com casamento do tipo "conto de fadas" é uma imbecilidade. Tentar dizer para uma jovem que o casamento dela será um conto de fadas é de uma crueldade sem fim. Normalmente as pessoas casadas contam para as solteiras as benesses do casamento e omitem que rotina sempre existirá: Ninguém vive num parque de diversões a vida toda.

Mães ou pais que querem ver suas filhas "bem encaminhadas", são capazes de omitir o fato que, provavelmente, após o segundo filho, o corpinho de violino despencará e ficará mais próximo de um violoncelo. Estas coisas nem sempre são ditas, quando muito, inferidas.

Não existe gente perfeita, portanto, o óbvio é que ao juntarmos dois imperfeitos, teremos um conjunto imperfeito. Ao juntarmos duas pessoas com defeitos e as colocarmos no mesmo teto, teremos uma soma de defeitos, uma multiplicação de falhas, uma potencialização de manias... Não teremos uma divisão de erros ou falhas, o que nos levaria ao que existe apenas no mundo da literatura infantil ou do cinema hollywoodiano: casamentos perfeitos.

Assim, ter a expectativa de que qualquer casamento possa ser uma piscina de espumante, é algo irracional e infantil.

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Erros comuns a serem evitados


Primeiro Erro: Entrar num relacionamento crendo em Papai-Noel, Duendes e Casamentos Perfeitos.

Gente, acorda! Você tem defeito hoje e os continuará tendo após colocar no dedo uma aliança de ouro. Nem a sua nem a personalidade da pessoa que subir ao altar com você mudará num passe de mágica após as bênçãos do celebrante. Portanto, a expectativa normal é que se você escolher subir no altar com um homem mulherengo, você descerá com um mulherengo. Se você subir com uma mulher mal-humorada e que não gosta de cozinhar para você, você descerá com uma mulher que queima o arroz e ainda briga com você. Pregar que pessoas mudam quando se casam é irresponsável e cruel. Pessoas demoram muito para mudar, caso queiram fazê-lo. Alguns defeitos podem ficar até piores e outros defeitos desconhecidos anteriormente podem surgir. Existe um grande abismo que separa o comportamento social do comportamento na intimidade. Já ouvi um ditado que diz que nós não conhecemos alguém quando nos casamos com ela, mas sim, quando nos separamos dela. Portanto, saiba que ao fazer a escolha de casar-se com aquela pessoa que tem todos aqueles defeitos que você sabe, você está escolhendo conviver com tais defeitos e você terá de ter paciência até que o outro decida mudar, caso o outro decida mudar. Após a decisão, virá novo tempo: o da tentativa de mudança. Não se engane: seu namorado ou namorada será no casamento quem já é hoje, portanto, se você já não tolera determinados aspectos da pessoa, pra que estender o sofrimento por meio de uma aliança nos dedos?



Segundo Erro: Criar expectativas grandes demais para o casamento.

Gente, casar é dividir teto, dividir contas, dividir cama, dividir sonhos, dividir rotina. Não existe uma pessoa normal cuja vida seja apenas festa (excetuando artistas excêntricos que acabam por morrer prematuramente). A vida e o casamento são feitos de momentos agradáveis, festas e sorrisos uma parte do tempo. Outra parte do tempo é feito de rotinas, trabalho, louças, roupas sujas, bebês com febre de madrugada, lâmpadas queimadas e, por vezes, alguns sofrimentos que fugirão ao nosso controle. São coisas da vida. Tanto a vida de solteiro quanto a de casado é boa quando temos expectativas realistas e não somos sonhadores demais. Se a expectativa está ajustada, tudo passa a ser bom e estar casado não é um fardo.



Terceiro Erro: Olhar somente para si.

É muito comum eu ouvir de pessoas que querem separar-se porque o outro não mais a satisfaz (emocionalmente, sexualmente, financeiramente ou seja lá o que for). Percebo que muitas pessoas que se casam, o fazem para serem atendidas em suas necessidades. Neste raciocínio, é o outro que tem que me atender, como uma pessoa-objeto. É o outro que tem que me dar atenção. É o outro que tem que satisfazer minhas necessidades emocionais ou sexuais. É o outro que tem que olhar pra mim. Assim, na verdade, não estamos nos casando por amor ao outro, mas por amor a nós mesmos. Não estamos buscando o bem do “próximo”, mas sim nosso próprio bem. Neste estilo de vida conjugal há um constante cabo-de-guerra onde cada um puxa a corda para o seu lado: Brigas e discussões! Se EU estou feliz na relação: ótimo. Se EU não estou feliz: Adeus!

Isto não é amor. Isto é egoísmo.

Se eu não estou pronto para abrir mão de coisas, sonhos e desejos, não devo me casar. Ou, ao contrário, devo me casar comigo mesmo e ter a certeza que EU me darei todos os presentes que eu quiser, verei apenas os filmes que EU gosto e pintarei a parede da minha sala da cor que EU quero. Ambos devem desejar satisfazer o desejo do outro e ambos devem abrir mão de coisas e sonhos, assim, poderemos alcançar um equilíbrio verdadeiro, onde meu desejo é também a satisfação do outro. Quando apenas um abre mão, a relação fica desequilibrada e quando apenas um é feliz, a relação também não é feliz. Aconselhei um homem que, depois de tanto abrir mão, passou a sentir-se como um intruso dentro de sua própria casa. Num dia, ele simplesmente fez a mala e foi-se embora. Aquela esposa ganhou todas as discussões... Mas perdeu o casamento.



Quarto Erro: Confundir amor com paixão.

Paixão é menos do que amor. É fogo de palha, começa muito intenso, mas acaba com a mesma rapidez. O amor é uma árdua conquista.

“A paixão é obra do acaso, brincadeira dos deuses", escreveu o psicanalista austríaco Erich Fromm, estudioso do assunto.

“O amor tudo sofre, tudo suporta, tudo espera, tudo crê. O amor jamais acaba...”, escreveu o teólogo Paulo de Tarso, especialista no assunto.

Conheço uma pessoa que quis terminar seu casamento porque dizia que não mais estava apaixonada pelo marido. Que não sentia mais aquele fogo intenso quando o via... Pobre alma... Não teve o privilégio de ver sua paixão adolescente evoluir para o amor adulto, sentimento equilibrado, calmo, compassivo, doador, que olha pro outro e que jamais acaba...


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Por minhas palavras, você pode até pensar que eu não seja um entusiasta do casamento, mas ao contrário, casei-me jovem, aos 23 anos e ainda estou com a mesma esposa já há 20 anos, pessoa que aprendi a amar. É bom construir juntos. Minha angústia é ver tantas pessoas que querem comprometer-se com outras pensando que casamento é apenas namorar pelado... Não basta ter certeza dos seus sentimentos pela outra pessoa, é importante que você tenha certeza das suas convicções também.

Pense nisso:
Romper com um namoro pode ser difícil... Mas romper com um noivado, tenha certeza, é ainda mais difícil.
Terminar um noivado é bem complicado, mas creia em mim, terminar um casamento é ainda muito mais complicado.

Pense bem antes que entrar nesta aventura chamada casamento. Se, por acaso, você está vendo que as coisas não são boas hoje, a melhor saída é mesmo romper, mesmo que haja dor, que estender um relação que trará ainda mais sofrimento para todos os envolvidos.

Lembre-se, não há casamento feliz sem força de vontade, resignação e muito altruísmo, ou seja, amor. Casar-se é abrir mão de parte de suas vontades e tomar para si parte das vontades do outro.

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Chegar à velhice juntos é um desafio maior a cada geração.
Este comercial mostra bem o desejo de se permanecer com vitalidade mesmo depois de anos juntos.
Feliz casamento pra sempre e, como diz a frase final do comercial a seguir: "Feel young again" (sinta-se jovem novamente).



 

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

De Igreja Hospital para Igreja Circense!

Este texto é uma contribuição de Roberto Itamar Alves da Costa - Missionário da JOCUM



"Quando criança, eu fui criado em hospitais, desde os dois anos de idade tenho bronquite asmática, meu pai era militar e graças a Deus eu nunca tive que esperar em uma emergência para ser atendido, e por diversas vezes escapei da morte, lembro bem que em uma das minhas crises mais fortes quando adolescente, tive duas paradas respiratórias dentro do carro, indo para o hospital. Mas como tudo que é bom, dura pouco, minha dependência do plano de saúde de meu pai durou até a minha maior idade.


Depois disso passei a depender do nosso “maravilhoso SUS” (Sistema Único de Saúde) que como afirmou o nosso presidente em uma antiga entrevista: “A saúde publica no Brasil está beirando a perfeição!”


Eu entendi que o Lula realmente nunca mais foi em um hospital público, depois de se tornar líder sindical e presidente da república, será que naquela época, os hospitais públicos eram bons?


Mas o que realmente me deixa chateado, é saber que impostos são cobrados, e não são poucos, para que o povo brasileiro tivesse um pingo de respeito, o dinheiro nós já demos, mas onde será que ele vai parar, que não está sendo empregado onde deveria?


Recentemente, eu estava em um culto e ao final fui lanchar com uns amigos, ao chegar ao shopping, o lado direito das minhas costas foi tomada por uma dor insuportável, a dor era tão forte que meu braço adormeceu, sem saber o que fazer, tomei dois comprimidos de dorflex que minhas amigas compraram para mim, (aprendi com um amigo de BH) e até que a dor aliviou um pouco, eu nem consegui comer direito.


No dia seguinte, eu me aventuro no hospital público da minha cidade, ao chegar bem cedo, o hospital já estava lotado parecia o show do Woodstock em 69.


Depois de muitas horas, consegui chegar até a triagem, (detalhe, eu estava na emergência) a enfermeira educada como uma porta faz uma rápida entrevista e me manda para uma cadeira do lado de fora da sala para medir minha pressão, mais gente na fila, depois para o consultório, eu só sei que depois de muitas horas quando fui atendido, o médico não olha em meus olhos e não toca em mim, faz algumas perguntas, receita uma injeção, e alguns exames. Depois de um dia cansativo, foi diagnosticado, um espasmo muscular, o médico receitou alguns remédios, que por sinal não tinha na farmácia que dá os remédios de graça e eu fui embora, gastei a grana que não estava prevista, e fiquei tomando os remédios, passando alguns dias a dor não parou, e pior, agora era no peito. Voltei no hospital, a mesma novela para ser atendido novamente. Outro médico, outro diagnostico, dessa vez correto, pneumonia!


Pensando e refletindo em tudo o que tinha me acontecido, me lembrei de que no primeiro dia uma senhora já de idade bem avançada chegou sentindo fortes dores na perna, ela estava com o tornozelo inchado e não podia tocar o pé no chão, ela tinha levado um tombo, provavelmente estava com a perna quebrada, ela teve que passar por todo aquele processo também. A forma como ela estava sendo tratada me deixou indignado, e apesar de também estar sentindo uma forte dor, e estar a várias horas esperando, não pensei duas vezes em permiti que ela passasse na minha frente, mas os outros pacientes não foram tão pacientes, e eu nem poderia culpá-los, muitos haviam chegado com suas crianças de madrugada.


O descaso, nestes hospitais, com os velhos as crianças e todo mundo que tenta ser atendido descentemente e luta pelos seus direitos, me fez lembrar como anda o Hospital para as nossas almas, mais conhecido como Igreja.


Quando eu morei na Região Sul do país, eu freqüentei uma igreja, durante dois meses, eu assistia três cultos na semana, após um mês e meio eu recebi meu primeiro: Boa noite, seja bem vindo! Muito feliz com a atitude daquele irmão eu fui procurá-lo, para minha decepção, sua simpatia e educação era ligado diretamente ao seu regionalismo, ele era carioca, morava no Sul há 14 anos, como eu queria que ele fosse sulista!


Para completar minha triste desventura nesta igreja, em um culto de domingo à noite eu estava sentado na galeria, quando eu avistei um morador de rua entrando no templo, meu coração até bateu mais rápido, Deus sabe como eu curto e considero esses caras! Para mais uma decepção minha, o diácono da recepção, educadamente pediu para o homem se retirar, usando o argumento de que o templo estava lotado e não tinha lugar para ele se sentar.


No inicio de 2010, eu fui convidado para pregar em uma Igreja Batista, mais o inusitado, foi à proposta do pastor, ele pediu que eu me vestisse de mendigo, e quando ele fosse apresentar o pregador da noite eu apareceria lá na frente, como eu topo tudo pela graça, graça divina é claro, rapidamente me prontifiquei, a receptividade até que foi boa na hora de cumprimentar os visitantes, mas depois da minha mensagem, alguns irmãos vieram me pedir perdão, pois ficaram com nojo, ou constrangidos de vim me cumprimentar na hora do louvor, deu para perceber que eu caprichei no disfarce, uma irmã em especial me chamou a atenção, ela me disse o seguinte:


-Missionário, eu preciso pedir perdão a Deus, e em segundo lugar a você, quando o pastor mandou que nós abraçássemos nossos visitantes, eu não vi em você uma pessoa digna de um abraço, e nem de estar neste lugar…


Seus olhos estavam marejados em quanto ela se desculpava. Essa irmã pelo menos pediu perdão, mas quantos de nós negligenciamos, um abraço, um boa noite ,ou um simples sorriso?


Alguns historiadores narram que Mahatma Ghandhi, era um grande admirador do cristianismo, e estudioso da Palavra também, em uma de suas visitas a um templo protestante inglês, ele sentiu na pele e no coração o preconceito dos cristãos para com os indianos, Ghandhi dizia que o Cristo dos cristãos era maravilhoso, pena que eles com suas praticas, colocavam o Deus que eles criam e pregavam em uma caixa de sapatos.


Passados vários anos após a sua morte, hoje não é muito diferente o descaso da Igreja, e eu não me refiro somente aos excluídos ou marginalizados, mas quanto a toda a sociedade, este descaso tem sido gritante, nossos cultos nossas pregações e nossos discursos, muitas vezes são enganosos e controversos, caem na mesma ladainha de muita teoria e pouca ou nenhuma ação. Não queremos tirar Deus da caixa de sapatos, para poder manipulá-lo melhor. É interessante pensarmos que quando nosso cachorro fica doente, nós o levamos em um veterinário particular, ou seja, caro. Se nós vamos ajudar um necessitado, nós o deixamos na porta de um hospital público, que na maioria das vezes parece um açougue. Os cães têm um tratamento digno, e o ser humano, a imagem e semelhança do Criador, tem o SUS.


Mas graças a Deus, que muitos líderes tem se despertado, e feito de suas Igrejas verdadeiros hospitais para as almas cansadas e sofridas, tem se pregado o verdadeiro Evangelho do Reino de Deus, onde pessoas têm sido abraçadas pela Graça, e o Amor do Pai. Louvo a Deus por esses pastores e líderes que entenderam que Jesus Cristo veio para enfermos e não para os que estão sãos, e que Jesus não veio sarar o bolso de ninguém.


Suas vidas e suas palavras levam as pessoas ao arrependimento real de seus pecados, evangelizam com atitudes e não somente com palavras.


O problema é que, muitas igrejas (com letra minúscula), querem ser como a saúde pública no Brasil, tratam com descaso a sociedade, se fechando a ponto de, em vês de se parecerem com hospitais para as almas feridas pelo pecado, mais se parecem com verdadeiros circos evangélicos.


Nesses lugares nós vemos um bando de palhaços querendo aparecer na ora do louvor, vamos ver quem pula ou grita mais alto! Profetisas de postes, que ouvem as conversas nas ruas e levam para os cultos em forma de revelações, com várias manifestações chamadas espirituais se fazem parecer dançarinas de can-can cheias de pseudo-santidade. Pastores bispos e apóstolos disputam o lugar dos mágicos, quanto mais glossolalias e curas divinas, mais espirituais os tais são considerados, fazem desaparecer dízimos e ofertas em um passe de mágica. Líderes de jovens se digladiam por células, e por almas que são tratadas como números ou metas, (apenas pedaços de carne) eles fazem de tudo para tomar os discípulos uns dos outros, eles seriam bons domadores de leões. Corajosos e destemidos, jogariam a própria mãe em uma jaula de leões famintos, só para ser o 12 de algum pastor figurão. Os discípulos coitados, esses são apenas espectadores, que sonham em ser um desses artistas circenses, o problema é que cada culto no picadeiro, não é de “graça”, que, aliás, anda bem longe dessas igrejas, eles tem que pagar o ingresso, que não costuma ser barato, quando o espetáculo é televisionado fica pior, vai ver quanto que é a entrada de dízimos e ofertas de uma igreja circense que tem programas de TV, afinal são muitos funcionários para bancar, nessas igrejas ostentar prosperidade é uma forma de evangelismo, e até que funciona, desde que eles não tenham que largar a vida circense, ta beleza!


Hospital? Deus me livre! Ele me chamou para receber o melhor dessa terra, Deus me constituiu por cabeça e não por cauda, e onde eu colocar meus pés, esse lugar será abençoado!


Se eles quiserem assistir o culto de um picadeiro, quem sabe Deus não cura as feridas deles?


Assim é o discurso, de muitos líderes circenses.


Se vocês já leram outros textos meu, já devem ter percebido que eu critico bastante as igrejas que não cumprem sua missão bíblica, creio que tenho autoridade para isso, pelo fato de, durante muito tempo ter feito parte dessas igrejas descompromissadas, e permitir que minha religiosidade fosse mais importante que o ser humano, como os caras que crucificaram Jesus. Eu não pedi exclusão ou me desliguei de minha Igreja local, conseqüentemente de minha denominação, eu entendi que os agentes transformadores somos nós, e não a estrutura física ou denominacional, o templo do Espírito Santo, sou eu e você. Não espere sua Denominação ou Igreja local, se voltar para a sociedade e ser resposta, seja você em Deus esta resposta, seja eu e você reflexos de Jesus Cristo.


A pergunta que fica para nós é: Eu como templo do Espírito Santo, Igreja viva do Deus Vivo, tenho sido como referencia para a sociedade, um enfermeiro do Médico dos Médicos, ou um palhaço de uma igreja circo de Satanás?


Em quanto isso o mundo lá fora continua na mesma, mortes, violência, corrupção, etc…


Espero em nome de Jesus Cristo, que você não dependa nunca de um hospital público brasileiro para sobreviver, e nem de uma igreja circense para servir a Deus…"

“Respondeu-lhes Jesus: Não necessitam de médico os sãos, e, sim, os enfermos.

Eu não vim chamar os justos, e, sim, os pecadores ao arrependimento.”

Lucas 5:31-32
 
Contribuição: Roberto Itamar Alves da Costa - Missionário da JOCUM
 
Para ler mais sobre IGREJA CIRCENSSE, CLIQUE AQUI



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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

ENCONTRAMOS A CHALENE

Esta é a Chalene! A garota da cartinha pro Papai-Noel que nós recebemos!
Não conhece a história da Chalene? Então CLIQUE AQUI.
Nós a visitaremos novamente na semama próxima.

sábado, 4 de dezembro de 2010

SERÁ QUE DEUS USA PESSOAS DE MAL CARÁTER?


Noé era um bêbado


Abraão era velho demais

Isaque era medroso

Jacó era um mentiroso



Léia era feia

José era um escravo

Moisés era gago e incapaz de falar em público

Gideão teve dúvidas que Deus o teria escolhido



Sansão tinha cabelos compridos e era adúltero

Jeremias e Timóteo eram jovens demais

Davi cometeu um adultério e um assassinato

Elias era suicida



Isaías pregava nu

Jonas fugiu de Deus

Raabe era uma prostituta

Jó foi a falência e perdeu a saúde



João Batista era uma figura excêntrica e até comia insetos

Maria Madalena tinha sido possuída por 7 demônios

Noemi era uma viúva desamparada

Paulo era religioso demais, fanático



Pedro negou Cristo

Os Discípulos adormeceram enquanto oravam

Marta era agitadíssima e invertia as prioridades

A mulher samaritana era divorciada, mais do que uma vez



Zaqueu era pequeno demais

Timóteo tinha uma úlcera...

E Lázaro estava morto!

E não esqueça: Jesus ajudou todos eles!!!



Deus pode usar seu potencial por completo!!!

Além disso, você não é a mensagem, você é apenas o mensageiro.

No círculo de amor de Deus, Deus está esperando para usar o seu potencial.



10 coisas que precisamos entender…



1. Deus quer frutos espirituais, não tolices religiosas.

2. Não existe chave para a felicidade. A porta está sempre aberta.

3. Silêncio é geralmente mal interpretado mas nunca citado erroneamente.

4. Faça a matemática... Calcule suas bênçãos.

5. Fé é a habilidade de não entrar em pânico.

6. Se você se preocupa, você não orou. Se você ora, não se preocupe.

7. Como uma criança se liga a mãe desde pequena, a oração é como ligar para "casa" todos os dias e se aproximar do Pai.

8. As coisas mais importantes na sua casa são as pessoas.

9. Quando estamos enrolados com nossos problemas, fique calmo, para que Deus desamarre os nós.

10. A mágoa é uma coisa muito pesada para carregar. Perdoe.



Trate melhor do que o necessário todo aquele que você souber que está enfrentando algum tipo de batalha.

Viva simplesmente, Ame generosamente, Cuide profundamente e Fale gentilmente...

Deixe o resto com Deus!
Gloria a Deus! Pois seu amor é tão maravilhoso que nos ama como somos e tem planos para as nossas vidas além do que podemos imaginar...

Vocês acham que Moisés algum dia imaginou que iria ajudar a libertar Israel do Egito...

Ou Zaqueu com toda sua pequenez imaginou que Jesus pousaria em sua casa...

E Abrão imaginou que na sua velhice seria nosso pai...

pois como diz a Bíblia somos todos descendentes de Abraão!!!!

E Jose de um escravo vendido por seus próprios irmãos se tornou o Rei do Egito!!!!

Imagine o que Deus pode fazer na minha e na sua vida.....

Vai além do que podemos imaginar!!!

Basta crer e perseverar!!!

Contribuição: fabiba23@hotmail.com